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Atlântida Grande ilha ou continente que, segundo narrativa de Platão, estaria localizada além das Colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar). Conforme a lenda, a ilha coubera a Netuno, quando, nos primeiros tempos, os deuses fizeram entre si a partilha do mundo. Netuno, que viveu na ilha por longo tempo em companhia da jovem Clito, dividiu a região em dez partes, cedendo-as a cada um dos dez filhos que tivera de sua união com a jovem mortal. Todos os reis de Atlântida, contudo, obedeciam ao irmão Atlas, filho mais velho de Netuno. Os soberanos da misteriosa ilha, explorando suas riquezas, como o ferro, o cobre e o ouro, fundaram grandes e ricas cidades, alcançando progresso e grande poderio. Mas fracassaram na sua tentativa de dominar os atenienses, que os repeliram com uma poderosa armada. Ainda segundo a narrativa de Platão (baseada em informações obtidas de sacerdotes egípcios), os atlantes entregaram-se aos vícios e perversões, o que, atraindo a coléra dos deuses, redundou na sua destruição, com grandes maremotos e tremores de terra. Houve uma época em que o Delta do Egito e a África do Norte faziam parte da Europa. Antes que a formação do Estreito de Gilbratar e o levantamento interior do Continente alterassem por completo o mapa da Europa. A última mudança notável ocorreu há uns 12.000 anos, e foi seguida pela submersão da pequena ilha atlante à qual Platão deu o nome de Atlântida.
O debate sobre a existência da Atlântida é bem antigo. Desde os tempos do filósofo Grego Platão, a Atlântida com sua esplêndida civilização, chega aos dias atuais como um enigma que originou a publicação de aproximadamente 26.000 livros. Teses de caráter geológico, arqueológico e outras têm servido para aguçar o espírito humano na busca da existência do enigmático continente.
Na tradição oral de muitos povos antigos, nos relatos de textos bíblicos, em documentos toltecas e nos anais da doutrina secreta, existem coincidências que nos fazem crer que outrora existiu um continente no meio do Oceano Atlântico, que um dia foi tragado pelas águas revoltas.
Geograficamente, Platão descreve a Atlântida desta forma: "toda a região era muito alta e caía a pique sobre o mar, mas que o terreno à volta da cidade era plano e cercado de montanhas que desciam até a praia, de superfície regular, era mais comprida do que larga, com três mil estádios na sua maior extensão, e dois mil no centro, para quem subisse do lado do mar. Toda essa faixa da ilha olhava para o sul, ao abrigo do vento norte. As montanhas das imediações eram famosas pelo número, altura e beleza, muito acima das do nosso tempo...". Segundo todos os relatos, os atlantes desenvolveram-se de tal forma, que o grau de riqueza alcançado por sua civilização não encontra paralelo conhecido, sendo pouco provável que outros povos viessem a obter tamanha prosperidade e bonança. A Atlântida possuía dez reis. Estes soberanos por sua vez possuíam dentro de seus domínios "um poder discricionário sobre os homens e a maior parte das leis, sendo-lhes facultado castigar quem quisessem, ou mesmo condená-los à morte". O país dos atlantes era dividido em 60.000 lotes e cada um deles tinha um chefe militar. O aspecto que mais fascina no relato platônico é sem dúvida o que se refere às riquezas da ilha-continente, tanto no que tange às construções, como aos imensos recursos naturais da legendária ilha. Segundo Platão, a Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente, através do comércio. Havia na ilha grande abundância de madeira que com certeza foi utilizada nas imensas obras lá construídas, bem como imensas pastagens, tanto para animais domésticos, como para selvagens, incluindo aí a raça dos elefantes, que teriam se multiplicado pela ilha. Havia também todos os tipos de frutos, legumes, flores e raízes, sendo que o fabrico de essências e perfumes era corriqueiro. A extração de minérios, em particular o ouro, ocorria fartamente em Atlântida. Diz Platão que de início os atlantes "construíram pontes nos cinturões de mar que envolvia a antiga metrópole, a fim de conseguir passagem para fora e para o palácio real", bem como abriram um canal de três plectros de largura e cem pés de profundidade, ligando o mar ao primeiro cinturão de água, canal este que servia de entrada para embarcações vindas de outras partes. No segundo cinturão, os barcos podiam ancorar com maior segurança, e fazia deste uma espécie de porto. As águas jorravam no centro da ilha, desde que Poseidon assim quis, também tiveram tratamento dos mais apurados: em suas imediações foram plantadas "árvores benéficas para as águas", bem como foram construídas "cisternas para banhos quentes no inverno". Havia, contudo, locais próprios para os banhos dos reis, bem como modalidades específicas para as mulheres. Segundo o relato, "parte da água corrente eles canalizaram para o bosque de Poseidon, a outra parte era canalizada para os cinturões externos por meio de aquedutos que passavam sobre as pontes". Nos cinturões externos de terra, foram construídos ginásios para práticas esportivas e hipódromos, bem como moradia para soldados, hangares para barcos e armazéns para todas as modalidades conhecidas de artigos náuticos. O canal principal que servia de entrada para embarcações era muito movimentado, tanto de dia como de noite, o que demonstra ter sido Atlântida um grande centro comercial de seu tempo. O palácio real era segundo os relatos "uma verdadeira obra prima de encantar a vista, por suas dimensões e beleza".
Havia também no templo estátuas dedicadas a
diversas divindades, bem como outras que homenageavam os reis e suas
esposas, além de um altar cuja beleza e magnificência não encontrava
paralelo conhecido. Essa é resumidamente a Atlântida de Platão, com seus
detalhes e maravilhas. Na conversa que tiveram com Sólon acrescentaram os sacerdotes que calamidades maiores foram às vezes causadas pelo fogo do céu (...) Depois os sacerdotes fizeram saber a Sólon que conheciam a história de Sais a partir de 8000 anos antes daquela data (...) "Há manuscritos, disseram, que contêm relato de uma guerra que se lavrou entre os Atenienses e uma nação poderosa que existia na grande ilha situada no Oceano Atlântico (...) e mais além, no extremo do oceano um grande continente. A ilha chamava-se Poseidonis, ou Atlantis (...) quando se deu a invasão da Europa pelos atlantes, foi Atenas, como cabeça de uma liga de cidades gregas, que pelo seu valor salvou a Grécia do jugo daquele povo. Posteriormente a estes acontecimentos houve uma grande catástrofe: um violento terremoto sacudiu a terra, que foi depois devastada por torrentes de chuva. As tropas gregas sucumbiram e a Atlântida foi tragada pelo oceano (...) Sempre houve e há de haver no futuro numerosas e variadas destruições de homens; as mais extensas, por meio da água ou pelo fogo, e as menores por mil causas diferentes (...) Nas destruições pelo fogo, prosseguem os sacerdotes, perecem os moradores das montanhas e dos lugares elevados e secos, de preferência aos que habitam as margens dos rios ou do mar (...), por outro lado, quando os Deuses inundaram a terra para purificá-la, salvaram-se os moradores das montanhas, vaqueiros e ovelheiros, enquanto os habitantes de vossas cidades eram arrastados para o mar pelas águas dos rios. (...) entre vós outros, mal começais a vos prover da escrita e do resto de que as cidades necessitam, depois do intervalo habitual dos anos, desabam sobre vós, do céu, torrentes d'água, maneira de alguma pestilência, só permitindo sobreviver o povo rude e iletrado. A esse modo, como se fosseis criancinhas, recomeçais outra vez do ponto de partida, sem que ninguém saiba o que se passou na antiguidade, tanto aqui como entre vós mesmos". A primeira coisa que chama a atenção do pesquisador é a semelhança das referências antigas nesse particular. Na Bíblia o profeta Isaías fala do desaparecimento da Atlântida com palavras bastante diretas: "... Ai da terra dos navios que está além da Etiópia; do povo que manda embaixadores por mar em navios de madeira sobre as águas. Ide, mensageiros velozes, a uma gente arrancada e destroçada; a uma gente que está esperando do outro lado, e a quem as águas roubaram suas terras..." (Is XVIII, 1-2). Também Ezequiel trata do mesmo assunto nos capítulos XXVI e XXXII: "... Disse o senhor: E fazendo lamentações sobre ti, dir-te-ão: como pereceste tu que existias no mar, ó cidade ínclita, que tens sido poderosa no mar e teus habitantes a quem temiam? Agora passarão nas naus, no dia da tua espantosa ruína, e ficarão mergulhadas as ilhas no mar, e ninguém saberá dos teus portos; e quanto tiver feito vir sobre ti um abismo e te houver coberto com um dilúvio de água, eu te terei reduzido a nada, e tu não existirás, e ainda que busquem não mais te acharão para sempre...". As citações do Velho Testamento podem ser comparadas às escritas de um velho códice tolteca, cuja tradução, feita por Plangeon, diz o seguinte: ": No ano 6 de Kan, em 11 muluc do ano de Zac, terríveis tremores de terra se produziram e continuaram sem interrupção até o dia 13 de Chen. A região de Argilla, o país de Mu, foi sacrificado. Sacudido duas vezes, ele desapareceu subitamente durante a noite. O solo, continuamente influenciado por forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares, até que cedeu. As regiões foram então separadas umas das outras, e depois dispersas. Não tendo podido resistir às suas terríveis convulsões elas afundaram, arrastando para a morte seus 64 milhões de habitantes. Isto se passou 8060 anos antes da composição deste escrito".
Há 100 milhões de anos, a geografia do planeta era bem diferente da atual. As massas continentais encontravam-se unidas, formando um grande continente, cercado pelo mar. Este grande continente conhecido como Pangéia, desfez-se gradualmente ao longo das eras geológicas, até atingir a conformação atual. Este fato é reconhecido pela ciência. Este processo de separação, se se deu por violentos movimentos tectônicos, às vezes acompanhados de cataclismas violentos, que se prolongaram por milhões de anos. Neste período de deslocamento constante das placas tectônicas, se deram formações de cordilheiras, bem como o desaparecimento de vastas áreas, que submergiram nos oceanos. O local onde os dois grandes blocos continentais se desmembraram (Américas a Oeste - Europa, Ásia e Austrália a Leste) encontra-se demarcada por uma espécie de cordilheira submarina chamada Dorsal Meso-Atlântica. A Dorsal Meso-Atlântica apresenta inúmeras ramificações, que praticamente chegam a ligar os dois blocos continentais. Ao longo destas colinas submarinas, encontra-se uma enormidade de ilhas vulcânicas que vão de pólo a pólo. Ao norte, em plena região ártica temos as ilhas Pássaros, Jan Mayen e Islândia. Mais ao sul, pouco acima do trópico de câncer, encontramos o arquipélago de Açores, Ilha da Madeira e Cabo verde. Mais ao sul temos Santa Helena e outras menores. Próximo da Antártida destacamos as ilhas de Érebo, Martinica. Desta forma, Atlântida pode ter se constituído numa destas formações marcadas por intenso vulcanismo. A tese da separação dos continentes encontra um forte respaldo na perfeita combinação da costa brasileira com a costa ocidental da África, que se encaixam como num quebra-cabeças, no entanto, no extremo norte, as peças deste quebra-cabeças não se encaixam com clareza. Isto pode ser percebido nos litorais da Escandinávia, Islândia, Groelândia e norte do Canadá. Entre a costa Norte-Americana e a Europa e norte da África, existe um grande vazio, como se faltasse uma peça do quebra - cabeças. Teria então este vazio relação com o Continente da Atlântida, desaparecido no meio do Oceano?
Denominam-se eras glaciais os períodos em que grandes regiões do planeta estiveram sob um processo contínuo de glaciações, fenômeno este resultante de causas múltiplas e complexas: movimentos orbitais da terra, continentalidade dos pólos, elevação de terras, circulações oceânicas, mudanças na composição da atmosfera e outras. Ocorreram na história do planeta diversas fases deste fenômeno, desde o período pré-cambriano até bem recentemente. No entanto, dado às dificuldades, a pesquisa científica só conseguiu definir de forma minuciosa a última grande glaciação, que ocorreu durante o pleistoceno. Uma glaciação inicia-se quando, após um rigoroso inverno, a neve acumulada não se derrete totalmente com a chegada do verão, sobrevivendo até o outro inverno na forma de gelo. Este fato resfria a região e num acúmulo sucessivo de milhares de anos forma-se uma calota de gelo, cada vez mais resistente criando impactos de resfriamento cada vez maiores. Há cerca de 80.000 anos, iniciou-se o último grande avanço das geleiras na região norte do planeta, tanto na Europa como na América do Norte, sendo que o fim desta última glaciação deve ter ocorrido entre 20.000 a 10.000 anos atrás. O fim da Glaciação implica na subida do nível dos Oceanos. Esta última é a data fatídica da Submersão da Atlântida A Atlântida ou Atlântis teria sido uma antiga ilha ou continente, cuja real existência ou localização nunca foram confirmadas. E cuja primeira menção conhecida remonta a Platão em suas obras "Timeu ou a Natureza" e "Crítias ou a Atlântida.
Originalmente mencionada pelo filósofo grego Platão (428-347 a.C.) em dois dos seus diálogos (Timeu e Crítias),[1] conta-nos que Sólon, no curso das suas viagens pelo Egipto, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no delta do Nilo e que este lhe fala de umas tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo de Atlântida. Segundo o sacerdote, o povo de Atlântis viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles, onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava. Quando os deuses helênicos partilhavam a terra, a cidade de Atenas pertencia à deusa Atena e Hefesto, mas Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon, deus dos mares. Em Atlântida, nas montanhas ao centro da ilha, vivia uma jovem órfã de nome Clito. Conta a lenda, que Poseidon ter-se-ia apaixonado por ela e, de maneira a poder coabitar com o objeto da sua paixão, teria divisado uma barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e da sua relação nasceram cinco pares de gêmeos, ao qual o mais velho o deus dos mares batizou de Atlas. Após dividir a ilha em dez áreas anelares, autorizou supremacia a Atlas, dedicando-lhe a montanha de onde Atlas espalhava o seu poder sobre o resto da ilha. Em cada um dos distritos (anéis terrestres ou cinturões), reinavam as monarquias de cada um dos descendentes dos filhos de Clito e Poseidon. Estes reuniam-se uma vez por ano no centro da ilha, onde o palácio central e o templo a Posídon, com os seus muros cobertos de ouro, brilhavam ao sol. A reunião marcava o início de um festival cerimonioso em que cada um dos monarcas dispunha-se à caça de um touro; uma vez o touro caçado, beberiam do seu sangue e comeriam da sua carne, enquanto sinceras críticas e comprimentos eram trocados entre si à luz lunar. Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza, quer vegetal e mineral, não só era a ilha magnificamente prolífica em depósitos de ouro, prata, cobre, ferro, etc. como ainda de oricalco, um metal que brilhava como fogo. Os reis de Atlântida construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre os seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho pelo interior, entre estes brilhavam edifícios construídos de pedras brancas, pretas e vermelhas. Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas, se tornariam imagens de marca da ilha. Pouco mais se sabe de Atlântida, segundo Platão, esta foi destruída por um desastre natural (possivelmente um terremoto ou maremoto) cerca de 9000 anos antes da sua era. Crê-se ainda que os atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo ao serem dizimados pelos atenienses nesta tentativa. Outra tradição completamente diferente chega-nos por Diodoro da Sicília, em que os atlantes eram vizinhos dos líbios e que teriam sido atacados e destruídos pelas amazonas. Segundo uma outra lenda, o povo que habitava a Atlântida era muito mais evoluído que os outros povos da época, e, ao prever a destruição iminente, teria emigrado para África, sendo os antigos egípcios descendentes da cultura de Atlântida.
Localizações atribuídas Há diversas correntes de teóricos sobre onde se situaria Atlântida, e quem seria o seu povo. A lenda que postula Atlântida, Lemúria e Mu como continentes perdidos, ocupados por diferentes raças humanas, ainda encontra bastante aceitação popular, sobretudo no meio esotérico. (Não confundir com os antigos continentes que, de acordo com a teoria da tectónica de placas existiram durante a história da Terra, como a Pangéia e o Sahul). Alguns teóricos sugerem que Atlântida seria uma ilha sobre a Dorsal oceânica, que - no caso de não ser hoje parte dos Açores, Madeira, Canárias ou Cabo Verde - teria sido destruída por movimentos bruscos da crosta terrestre naquele local. Essa teoria baseia-se em supostas coincidências, como a construção de templos em forma de pirâmide na América, semelhantes às pirâmides do Egito, fato que poderia ser explicado com a existência de um povo no meio do oceano que separa estas civilizações, suficientemente avançado tecnologicamente para navegar à África e à América para dividir seus conhecimentos. Esta posição geográfica explicaria a ausência concreta de vestígios arqueológicos sobre este povo. Alguns estudiosos dos escritos de Platão acreditam que o continente de Atlântida seria na realidade a própria América, e seu povo culturalmente avançado e cobertos de riquezas seria ou o povo Chavín, da Cordilheira dos Andes, ou os olmecas da América Central, cujo uso de ouro e pedras preciosas é confirmado pelos registros arqueológicos. Terremotos, comuns nestas regiões, poderiam ter dado fim a estas culturas, ou pelo menos poderiam tê-las abalado de forma violenta por um período de tempo. Através de diversos estudos, alguns estudiosos chegaram a conclusão que Tiwanaku, localizada no altiplano boliviano, seria a antiga Atlântida. Essa civilização teria existido de 17.000 a.C. a 12.000 a.C., em uma época que a região era navegável. Foram encontrados portos de embarcações em Tiwanaku, faltando escavar 97,5% do local. Para alguns arqueólogos e historiadores, Atlântida poderia ser uma mitificação da cultura minóica, que floresceu na ilha de Creta até o final do século XVI a.C.. Os ancestrais dos gregos, os micênicos, tiveram, no início de seu desenvolvimento na Península Balcânica, contato com essa civilização, culturalmente e tecnologicamente muito avançada. Com os minóicos, os micênicos aprenderam arquitetura, navegação e o cultivo de oliveiras, elementos vitais da cultura helênica posterior. No entanto, dois fortes terremotos e maremotos no Mar Egeu solaparam as cidades e os portos minóicos, e a civilização de Creta rapidamente desapareceu. É possível que as histórias sobre este povo tenham ganhado proporções míticas ao longo dos séculos, culminando com o conto de Platão. Uma formulação moderna da história da Atlântida e dos atlantes foi feita por Helena Petrovna Blavatsky, fundadora da Teosofia. Em seu principal livro, A Doutrina Secreta, ela descreve em detalhes a raça atlante, seu continente e sua cultura, ciência e religião. Existem alguns cientistas que remetem a localização da Atlântida para um local sob a superfície da Antártica. A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C. Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.
Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil. Sabe-se que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo . A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groelândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos. A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão. Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início. Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.
Sobre a Atlântida antes da primeira
destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido
colonizada pelos lemurios que haviam fugido do continente onde
habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se
estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que
ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.
Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar na mencionadas habilidades. Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de "Os Filhos de Belial". Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de "As Crianças da Lei Um", era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam "As Crianças da Lei Um" porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um. Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entraram em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica. Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura. As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização. Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C. Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemurios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano. Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.
Atlântida 28.000a.C. a 12.500 a.C. Esta foi a civilização atlante que foi descrita por Platão.
Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.
Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente. É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização. Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como “asa delta”. Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias.
A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais. Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio. Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob as quais não tiveram condições de controla-la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que submergiu em uma noite. Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas temos que ver que a tecnologia deles eram muito mais avançadas do que a nossa, e que o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, pois se formos vê os cristais estão em tudo com o avanço tecnológico, um computador é formado basicamente de cristais e o laser é feito a parti de cristais. Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta. A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as “Escolas de Mistérios”, onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade. Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática, geometria, etc. Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C. e não 4.000a.C. como a egiptologia clássica afirma. Edgar Cayce afirmou que embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze. A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes que migraram para a Península de Yucatã antes do afundamento final do continente, eles encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado atlantes fugitivos da segunda destruição. Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da Europa, e que deu origem mais tarde aos celtas, tiveram muito cuidado com a transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino controlado pelas “Escolas de Mistérios” como acontecera no Egito, eles optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase especialmente os conhecimentos sobre as Forças da Natureza, sobre as energias telúricas, sobres os princípios que regem o desenvolvimento da produtividade da terra. Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de fazerem mau uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos, mas no sentido do desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação, etc. Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história. Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados. O como foram construídos as pirâmides e outros monumentos até hoje é um enigma. Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível. Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China. As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial, logo se ela rui, vai decair todo o mundo. Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que ela existiu e sim aprender a lição para nós não enveredemos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu. Ontem e Hoje A História antiga da humanidade contém algumas lacunas envoltas em mistérios e enigmas ainda não desvendados. Enigmas que despertam no homem contemporâneo uma busca incessante pela sua verdadeira origem e por sua real História! Quem não se sente interessado, curioso ou até mesmo fascinado com o avanço técnico contido na Grande Pirâmide de Quéops, os Moais da Ilha de Páscoa, a construção de Macchu Picchu e a avançada cultura Inca, as Pirâmides Astecas, os complexos Maias e seu perfeito calendário, a arte e eloqüência Grega, os menires Celtas e a Grande sabedoria Veda, somente para citar alguns exemplos?
Na região conhecida como "Triângulo das Bermudas" existe um vórtice de energia espaço-temporal, gerado possivelmente pela Grande Pirâmide Atlante submersa ali. Neste local, além de outros fenômenos tais como a já rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação, registram-se também muitas aparições ufológicas. Aliás, os atlantes dominavam máquinas voadoras que pousavam em qualquer parte do planeta, principalmente nas "Pistas de Nazca" no Peru.
Os "computadores" atlantes eram os próprios cristais de quartzo, utilizados principalmente como armazenamento de conhecimentos e acionados por poder mental (são os cristais "arquivistas" tão conhecidos dos cristaloterapeutas).
Houve um declínio dos padrões éticos, morais
etc. que gerou estados vibratórios bastante densos. Aliás, este foi um
dos principais (senão o principal) motivos do desaparecimento da
civilização das Sete Portas de Ouro, que também fazia uso de tecnologia
nuclear. A situação chegou a um estado crítico quando ocorreu a
manipulação indiscriminada da engenharia genética, gerando verdadeiras
aberrações, conhecidas hoje como os seres mitológicos de algumas
culturas, tais como os Titãs da Mitologia Grega. Os Sábios e Sacerdotes
Atlantes, prevendo a destruição, emigraram juntamente com os genuínos da
Raça para outros pontos da Terra, levando consigo seus vastos poderes e
conhecimentos que desde então têm sido passados de boca para ouvido
pelos Iniciados, nas "Escolas de Mistério", a fim de que não caiam em
mãos dos adeptos do "Caminho da Mão Esquerda" e outros irresponsáveis.
Os lugares que já eram Colônias, tais como o Egito, pequena parte da
Índia, América Central e do Sul, floresceram rapidamente com a chegada
dos Sábios, assessorados por ET's. A principal Colônia, salvaguarda até
os dias de hoje, grande parte dos conhecimentos poderosos num local
muito bem guardado abaixo da Esfinge e das Pirâmides (construídas pelos
atlantes sob supervisão extraterrestre) e em outros Templos ao longo do
Nilo, no Egito. Tais "documentos" (os papiros sagrados de Toth) estão
prestes a serem descobertos, segundo Edgar Cayce, famoso e conceituado
paranormal norte-americano, que vislumbrou em visões tal fato, ainda na
primeira metade deste século. Atualmente, descobertas formidáveis têm
sido feitas no Egito pelos arqueólogos, constatando novas pirâmides e
até um gigantesco Templo (ou palácio) abaixo de uma "moderna" estrutura
do período Ptolomaico. Associa-se a estes fatores, segundo estudiosos ocultistas, à passagem de um astro de grandes proporções com frequência vibratória baixa, com uma excentricidade de órbita bastante acentuada, passando pelas circunvizinhanças do Sol num período que se encurta cada vez mais. Sua última passagem ocorreu a aproximadamente 6.666 anos (o nº da Besta?) sendo o provável co-responsável pela separação do continente em três grandes ilhas e sua posterior submersão, uma a cada passagem, até a última, Poseidonis (revelada a Platão pelos Sacerdotes de Tebas, no Egito). Tal astro é mencionado exaustivamente pelos atuais espiritualistas pela sua importância no momento de "Transição de Eras" que o Planeta atravessa. A NASA, Agência Espacial Americana, confirmou uma perturbação considerável nas órbitas dos planetas exteriores (Urano, Netuno e Plutão) descoberta no início dos anos setenta. "Esta perturbação de natureza gravitacional", sugere a NASA, "é provavelmente causada por algum corpo não identificado e de proporções consideráveis". Acredita-se que atualmente, final dos anos noventa, sua posição seja bem mais próxima do Sol (embora a ciência negue a existência de tal corpo celeste). Embora as conjecturas apresentadas não sejam suficientes para provar a existência da Atlântida e sua cultura (a qual originou nossa 5º Raça Raiz, Ariana), elas são fortes em seu conteúdo e estão presentes nas tradições milenares de antigas civilizações e nos seus registros tais como os egípcios, vedas, e atuais tibetanos além das Escolas esotéricas, ocultistas e teosóficas e suas eminências, como Helena P. Blavatsky, que estudou e divulgou amplamente o tema. Chegamos finalmente a um atual "momentum vibracional" evolutivo planetário, muito parecido com o que existia em terras Atlantes na ocasião sua decadência, tanto em termos da baixa energia referente a dor, sofrimento, violência, moral, geradas pela humanidade, como aspectos cósmicos e fenômenos de natureza extraterrestre. Um novo Salto Evolutivo está às nossas portas. Um novo Céu, uma nova Terra e uma nova Jerusalém! Quem sabe uma nova e melhor Atlântida? Lembranças Este é um relato de uma lembrança de Alred Aknaton, num tempo e num lugar conhecido como ATLÂNTIDA. Alred vivia numa pobre aldeia ...no interior do continente... Desde de que nasceu, Aknaton conheceu a grandeza da Atlântida apenas pelos relatos das pessoas da aldeia e nos últimos dias de espera - para embarque nos Navios de Fuga. Como nunca tinha ido à cidade de Ouro, não podia imaginar a grandeza das construções daquela época nem a cultura dos povos antigos.Há 700.000 anos mais ou menos, houve o afundamento da Grande Atlântida - onde todo o continente submergiu. A Segunda Catástrofe ocorreu mais ou menos há 200.000 anos onde restaram as ilhas de Ruta e Daitia. As Américas estavam separadas e o Egito submerso.
No ano 72.025 A.C. Daitia desapareceu e Ruta
se reduziu à ilha que se tornou conhecida como poseidonis (veja
assembléia da grande fraternidade) pequena ilha entre os estados unidos
e a europa . O ultimo e poderoso império atlante - descrito por platão,
que afundou no ano de 9.564. a.C e se encontra adormecida e
incrivelmente preservada.
A Reunião surpreendera a todos. Segundo as palavras do Sacerdote, o povo deveria deixar a Atlântida, nos próximos 10 anos e até lá todos os preparativos poderiam ser feitos com calma. O conselho dos doze estava dividido. A maioria concordava em comunicar aos seus distritos a mensagem das profecias e o entendimento dos Anciãos; todavia, não estavam convencidos da sua eminência ou da veracidade dos fatos. Apenas o Grande Comandante,sua Família e pessoas mais sábias do Norte e do Sul, acreditavam nas palavras do Sacerdote.
Alred se lembra daquela manhã... No cais havia um intenso movimento de naus - grandes barcos de suprimentos. Alred estava com outros jovens num pequeno barco de remo, trazendo provisões do Norte para os que partiriam - o primeiro grupo. Tão logo entrou na baía, Alred avistou as fortalezas de pedra, castelos residenciais cercadas por muralhas, feitas por gigantes e por alta tecnologia extraterrestre. ALRED observava as construções fantásticas e sua imaginação crescia por tentar entender como tudo aquilo havia sido construído. Como era bonito!... Os imensos telhados cercados de flores amarelas perfumadas e os imensos mosaicos nas paredes eram espetaculares. A arquitetura era fascinante por causa dos edifícios maciços e de proporções gigantescas. Construiam-se as casas separadas umas das outras, havendo um pátio central, no meio do qual havia uma fonte. Os Templos com suas salas imensas (maiores do que as do Egito), tinham neste período de decadência, o culto cerimonial das imagens que ficava a cargos dos sacerdotes. Também havia o culto do Sol e os grandes terraços que serviam como observatórios (Culto do Sol e do Fogo onde se usava um Grande Emblema chamado de DISCO SOLAR - Informações dos Mestres Ascensionados afirmam que no Lago Titicaca se encontra um desses Discos Solares sob a proteção de Meru). Ao lado cruzou um outro pequeno barco de suprimentos dirigido por um homem do Sul, que acenava alegremente para nosso grupo pela hora da partida, falando a língua tolteca ( que permaneceu quase pura, muito tempo depois e foi usada no México e no Peru, levada pelos sobreviventes). Possivelmente, este homem de pele vermelha iria com sua família neste grupo. Seus cabelos pretos e olhos verdes diferiam do povo do Norte que era ruivo e geralmente de olhos azuis. "Como havia mudado nosso povo!"- pensava Alred. As crianças não eram mais sadias...eram menores. Já haviam muitos mestiços. Muitos estrangeiros tido tido filhos ou tinham trazidos mulheres para a Atlântida. Alred pensava como teria sido sua vida ali...: Teria feito cursos de transmutação alquímica que eram muito freqüentados ou participado dos cursos de desenvolvimento das faculdades psíquicas e aprenderia a usar a energia. Por outro lado, tantas coisas já tinha aprendido naqueles dias. Sobre o cruzamento das plantas, como no caso do trigo – que cruzado com as ervas produzia aveia e outros cereais. Também vira tantos animais estranhos como grandes gatos e outros como estranhos camelos.
Os preparativos da partida estavam na sua conclusão para os que se colocaram a serviço do Grande Comandante. Numa noite de Lua Cheia, ao redor de uma fogueira, comentava-se as visões e os sonhos do futuro para aquela terra imensa.
ASSIM, o primeiro grupo se dirigiu para o Norte.
O POVO SE DIVIDIRA à medida que se aproximava a possível data das transformações e muito ódio surgiu de todos os lados entre grupos de seitas diversas que surgiram no país. Havia um medo assustador no ar - uma sensação de desastre iminente ou como se algo ruim fosse realmente acontecer. O Grande Comandante visitou todas as grandes cidades próximas e aldeias mais distantes. Nestas últimas até os animais tinham já abandonado as florestas. A inquietude entre as pessoas já havia chegado nos reinos animais e vegetais. No último ano, como que uma praga e doenças estranhas tinham atacado as plantações e destruído grandes colheitas. Terras férteis tinham se tornado pântanos e gases fétidos saiam por debaixo de pedras. Não se viam mais as abelhas, os cervos, os antílopes. Nos velhos caminhos que conduziam à Antiga Pirâmide, que havia caído, fendas enormes impediam a caminhada dos iniciados. No decorrer de mais um ano, houve sinais, agitação dos elementais, terremotos, invasões de água em vários lugares. Animais estranhos surgiam das cavernas e mesmo nos animais e pássaros da região, comportamentos estranhos eram observados, como invadirem a cidade e fazerem ninhos em lugares diferentes dos normais. Pequenas pragas começavam a aparecer na Atlântida. Naquele mês iria sair o ULTIMO BARCO dos que resolveram abandonar o país. O povo que resolveu ficar estava um tanto apavorado, mas estava gostando de tomar o poder tão logo O Grande Comandante saísse, já que poderiam se apropriar de toda tecnologia - que todos sabiam que existia dentro do Castelo e que havia sido usada pelos antigos quando havia intercâmbio com os extraterrestres. Esta tecnologia, depois que os Extraterrestres se foram, ficou sob a guarda dos Comandantes ou Imperadores que velavam pela segurança daqueles objetos de guerra e de transporte. Alred estaria neste último Barco. A vida na Atlântida continuava. Os vendavais, as erupções vulcânicas e toda uma série de avisos confirmavam a PROFECIA e a sua realidade. Os frutos - que eram a alimentação básica - estavam perdidos na última colheita, por causa de pragas, mas mesmo assim, uma grande parte da população resolveu ficar.
Naquela época, muitos dos atlantes que estavam no barco ainda possuíam dons extraordinários de vidência. Eles diziam que a tormenta já se abatia sobre a grande cidade e que todas as terras do leste e do oeste já tinham afundado. Passaram-se os dias e certa manhã, quando os alimentos já estavam escassos, uma visão de um ancião informava a todos que uma ação maciça das forças da natureza desabara sobre toda a Atlântida. Diziam os videntes que poucos antes da catástrofes foi vista em vários lugares a presença dos seres celestes, de luzes e máquinas voadoras recolhendo pessoas, crianças e animais em vários pontos. Diziam os videntes que uma grande estrela tinha vindo buscar o grande comandante, sua família e outro grande número de iniciados que tinham trabalhado pela fuga dos atlantes.
Ao norte, onde morava alred, ainda pouco se sabia, pois os videntes estavam extremamente chocados com tudo aquilo. Passaram-se dias e parte daquele grupo morreu durante a viagem por falta de alimentos e por não estarem preparados para o grande esforço de uma viagem pelo mar. Alred, nos últimos dias no mar, ficou gravemente febril. Na sua mente, entre lembranças confusas e o bramido das ondas nos cascos da frágil embarcação, vinha a lembrança da voz e do rosto daquela menina de cabelos compridos... E das pequenas flores amarelas presas nos cabelos partidos ao meio. O barco de alred enfim aportou onde são hoje terras da américa do sul. A chegada na nova terra é uma lembrança muito vaga na mente de alred. A fraqueza debilitou o rapaz que levou muito tempo para se recuperar. Na sua lembrança estão as cavernas, sua primeiras habitações na chegada e os desenhos que faziam nas pedras - lembranças e brincadeiras. Vagarosamente, uma nova colonia se formou. Era uma nova chance de vida em outro lugar - mas seria um começo rude e difícil. Os mais velhos ainda traziam os conhecimentos das construções em pedra. Porém, no grupo de alred, quase todos eram aldeões e de pouco conhecimento cultural. As estórias da cidade perdida foram sendo contadas para os novos filhos e filhas das novas gerações pelos mais velhos com a interpretação e o conhecimento de cada um. As cavernas dos antigos atlantes na america do sul e nos andes, principalmente na floresta amazônica, foram posteriormente reformadas e habitadas por vikings (mas isso é outro assunto, que vamos contar em breve). Nesta encarnação,em outro corpo e outra vida, alred tinha por diversas vezes escrito e pensado: ''onde anda você, brisa? Meus ouvidos, coração e alma, novamente te procuram e te esperam. A canção da minha infância... e da minha lembrança... menina bonita
Nesta encarnação Aknaton reencontrou Brisa e
estão muito felizes. Uma nova vida um novo momento e o infinito à
frente. Das colônias dos Atlantes sugiram as futuras civilizações
Mesoaméricas dos Olmecas, Maias, Toltecas, Zapotecas, Totanacas,
Teotihuacanos.
Um outro grupo tinha seguido pelo mar pelo atual golfo do méxico e chegado à ilha de páscoa. Outros grupos que seguiram pelas florestas do atual peru, construíram os colossos de machu pichu e todas as fabulosas construções de pedra em volta da cidade de cuzco. Estas construções de pedra tinham como finalidade proteger as colônias atlantes, já que sua cultura e conhecimentos tinham despertado a cobiça das tribos nômades dos otomíes e dos chichimecas que tinham se unido. Outros, porém, tinham subido para a america do norte, formando, junto aos primitivos povos, os ancestrais dos conhecidos peles-vermelhas (os atlantes tinham a cor da pele meio avermelhada).
Quando os atlantes chegaram nas terras do
américa do sul, encontraram os primitivos em estado de choque, pois as
montanhas dos andes também tinham sofrido alterações, como no caso de
algumas das ilhas, como a ilha do sol onde tinha se elevado uma grande
montanha ou como nos andes do chile que também se elevaram.
As galerias estão situadas tridimensionalmente
nos andes e se distribuem em parte na floresta amazônica. Estas galerias
foram construídas pelos grandes sacerdotes e pelos sobreviventes
atlantes, posteriormente foram ampliadas por diversos povos e finalmente
terminadas por interplanetários. A galeria se alargava e o piso de pedras assemelhava-se a uma escada descomunal, de 5 a 6 metros de largura. Continuamos descendo até que a galeria se abriu numa gruta de proporções gigantescas. Era um mundo, uma imensa praça com forma de abóboda de pedras, tão grande e tão alta, capaz de comportar no seu centro, uma enorme catedral. Percebi que algo estranho pairava no ar, como se estivéssemos profanando o passado longínquo. Notei que partes do piso estavam gastos. Que multidões por ali teriam passado? Gravadas nas pedras laterais, uma infinidade de inscrições que nem tentei decifrar. Talvez estejam incrustadas nestas galerias os espectros dos egípcios, dos hititas, dos fenícios, dos manitas e até mesmo dos atlantes.
É bom sabermos que homens eles foram! Você sabia que os fenícios tinham quase o mesmo alfabeto que os egípcios? Aqui estão umas frases fenícias: - "Que jorrem as águas do Mar em todas as direções, mas há a necessidade de que jorre o sangue dos guerreiros para que a terra sinta a força dos seus homens. A terra recebe nas tumbas os corpos dos guerreiros. Mas a força dos seus homens é crescer dentro dela para poder alimentá-la com seu próprio sangue: Vidolatea Fenitia Idolatrea Te Sol". Aknaton: parece que estes foram um pouco mais civilizados. Veja este símbolo meio esquisito, quase apagado. Dá para decifrar?
É uma frase comum de guerreiros egípcios, avisava rama.
Rama:por que não ? As grandes aventuras daquela época eram as caravanas à procura de guerras, com o principal objetivo de saque em terras longínquas. Pois ouça: "Os caminhos da vida e da morte são um só. Tu, Amenofes, que tens como espelho o Sol, talvez dentro dele encontres a paz. Os teus guerreiros, que lutam em terras longínquas para um por de sol na tua fronte. Que morra um, que morram os séculos. A vida está dentro da morte. Pontis Saltons, guerreiro da primeira expedição Deltas".
Já que chegamos até aqui, gostaria de levá-lo
até aquela elevação onde há uma gruta maravilhosa. Toda aquela beleza obrigava aknaton a sentir imenso respeito pelo criador. Eram incrustações de cristais de várias cores em toda sua extensão e o mais espantoso era a abóboda, onde os cristais pareciam milhões de candelabros, um verdadeiro festival para os olhos humanos. Numa das laterais, que mais resplandecia, a natureza formou com duas colunas, um enorme nicho, mais semelhante a um altar gigantesco. Então entendi que por ali - o grande salão - também passaram os guerreiros e creio que todos. O altar era bem maior do que eu pensava, um autêntico altar de gigantes. Os terríveis guerreiros passaram por ali e depositaram suas oferendas, possivelmente como homenagens ao criador por lhes proporcionar tanta beleza. Ali estava uma grande quantidade de armas, representando suas nações. Perguntei a rama o motivo de tudo.
Não me envergonho de dizer que fiquei emocionado e que meus olhos marejaram de lágrimas. Também eu, que me sentia um pigmeu diante de tanta grandiosidade, senti uma onda de amor invadir todo meu ser por esse ser superior e, dentro de mim mesmo. Agradeci aquela grandiosidade que ele nos ofertou naquele instante, sem saber que ainda estava por ver revelações incríveis. Mas, naquele momento, um sentimento de compaixão me invadiu, pelo homem que é sempre o mesmo homem de todas as épocas, no passado e no presente. Considerei que os que foram não eram tão maus como eu julgara. Notei que rama só pronunciava o necessário.
O senhor rama, então, tirou-me daquele lugar que estava me levando a chorar como criança e me levou a um local - um grande salão cujas paredes traziam inscrições e ensinamentos que já estão sendo amplamente divulgados em todo o mundo.
Parecia que agora o assunto era muito sério - não eram mais "pixações". As descrições descreviam a queda da grande atlântida.
Os trechos dessa Inscrição se completam com documentos antigos escritos há 4.000 anos atrás pelos CALDEUS, que se encontram no TEMPLO DE LHASA - TIBET e que descrevem a destruição da Atlântida.
"E eis que ondas de fumaça e de fogo elevaram-se dos palácios. Os gritos de angústia da multidão enchiam o ar. Buscaram refúgio em seus templos e cidadelas e o sábio UM Sacerdote de RA-UM, apresentou-se e disse-lhes: "não vos predisse isto?"
No Egito, a cultura Maia-atlante se disseminou
na construção de Pirâmides. A língua Maia também se disseminou e muitos
povos, inclusive os Egípcios, conheceram e falavam a língua Maia
(Essênios). Uma prova disso está naquele momento dramático da
(INICIAÇÃO) Crucificação de Cristo. Outras Inscrições, ENTRETANDO, mereciam especial atenção, segundo o Instrutor RAMA, como: causas da destruição das Ilhas da Atlântida e da Ilha de Poseidonis.
Conflito de Poder nas forças morais - dominação de povos primitivos; conflito de excessos nas forças sexuais; uso de tecnologia em reprodução de seres para serem usados em escravidão; uso das forças mentais em ações involutivas; o início de uso descontrolado, abusivo, altamente involutivo em pesquisas de manutenção da vitalidade do corpo físico.
Outros desenhos indecifráveis, eram esclarecidos por Rama, como os desenhos de uma grande cidade chamada GOB. Sob as areias de um deserto estavam riquíssimos tesouros e poderosas máquinas desconhecidas. Próximos a estas máquinas, estavam desenhos de seres por nós conhecidos como Gnomos ou Seres Elementais que seriam os guardiães desses arquivos. Podia se ver que todos os desenhos de Templos eram guardados e ainda são (os Templos submersos e os desconhecidos) por Elementais - Guardiães - seres treinados para proteger Templos, Túmulos, e Tesouros.
Quanto à AMERICA DO SUL ainda há muito o que
aprender sobre o que já se passou, sobre os arquivos extraterrestres
existentes, e o que nos espera como nações.
Tempo de ativar a consciência atlante interior A consciência atlante desempenhou um papel integral na formação e evolução da Terra. O foco da consciência atlante é a integração da energia e as configurações de energia. É um recurso para os homens aprenderem sobre a energia a fim de expandir a consciência. A nanotecnologia atlante Enquanto continua descobrindo sua capacidade de criar, o homem ativa mais das freqüências vibracionais de energia que constituem a existência física. Principalmente com a nanotecnologia que os instrutores espirituais atlantes estão pondo à disposição para aqueles que têm a capacidade de compreender a energia, a humanidade está às portas de uma nova dimensão de realidade. A nanotecnologia é o arranjo ou a engenharia dos átomos para fazer qualquer coisa que seja desejada. A civilização atlante era sofisticada nessa tecnologia. Eles sabiam como criar a partir das vibrações de energia, que primeiro se tornaram ondas de energia e depois as partículas elementares que constituem os átomos – que os atlantes então combinavam para fazer moléculas para qualquer forma que quisessem. Os instrutores espirituais atlantes são especialistas em energia, cujo papel no cosmos é desencadear e ativar certos campos de energia e integrá-los nos já existentes. Sua aliança é com a hierarquia do cosmos. Sempre que são mandados a um planeta, ou massa de energia, eles são capazes de assumir a forma que seja compatível com as formas de energia já em existência. O plano de Sanat Kumara Quando os atlantes vieram à Terra pela primeira vez, eles trouxeram a consciência para os animais, a fim de expandir a consciência da Terra. Esse foi um pedido direto de Sanat Kumara, o ser que mantém o foco para que a Terra suporte seu potencial. Sanat Kumara reconhecia que o empuxo gravitacional e o campo magnético eram vibracionalmente mais densos do que a energiavibracional que está em toda parte no cosmo. Ele percebeu que um sistema integrativo era necessário para evitar que o campo magnético e a gravidade criassem uma forma tão densa que, não apenas deixaria de se expandir, mas implodiria sobre si mesma. As intenções de Sanat Kumara eram de evoluir a consciência da Terra por meio da integração e da expansão. Por ter campos energéticos divergentes trabalhando juntos dentro do campo da Terra, a expansão seria assegurada por meio do processo de integração. Cada animal mantém campos energéticos específicos e eles tinham que interagir com o campo vibracional da Terra (através da ingestão de plantas e de outros animais, para sobreviver), e também com o campo energético comum que se estende através do cosmos. A troca de consciências entre diferentes formas de vida melhorou incrivelmente a complexidade e a consciência de toda a Terra. Esse campo de energia mais complexo e avançado levou a uma explosão evolucionária. Cada vez mais espécies de plantas e animais sofreram mutações e evoluíram. Pensem em cada espécie de planta e de animal como um campo energético único. Agora pensem na intricada rede que foi criada quando as vibrações de todas as coisas vivas foram tecidas na grande vibração do Tudo Que É. O campo vibracional era rico de possibilidades e fértil para o passo seguinte da evolução da Terra, que foi a evolução do Homo sapiens. A evolução do homo sapiens com outras formas de vida Quando os atlantes foram novamente solicitados a ajudar a Terra, foi no tempo da evolução do Homo sapiens. Os atlantes tomaram o DNA primitivo do Homo sapiens e introduziram refinamentos nele, criando a forma que utilizaram a fim de viver nesta Terra. Sua missão era mais uma vez trazer uma vibração mais elevada, uma nova dimensão, para a Terra. Os atlantes originais permaneceram na Terra para acasalarem-se com os primitivos humanos, para que pudessem ser feitos ajustamentos no DNA e o campo vibracional que haviam trazido pudesse ser bem sintonizado. Passaram seu tempo criando diferentes variações e mutações nas formas que já existiam na Terra. Animais primitivos que não mais existem, eram capazes de se comunicar com as plantas e com os seres humanos. Existia um sistema básico de comunicação entre todas as coisas vivas. Os atlantes esperavam que esse sistema viesse a ajudar a todas as coisas vivas a permanecerem sintonizadas entre si e a consciência de massa, que foi criada pela Terra e tudo o que existia sobre ela. Dessa forma, a energia do planeta estaria equilibrada e estabilizada. Essa comunicação entre as espécies era expressa como instinto em cada organismo vivo – uma consciência que sabia do que precisava fazer para permanecer viva e ao mesmo tempo, como precisava de ajuda para manter a Terra energizada, equilibrada e estável.
Durante o tempo que levou para procriarem com
os homens primitivos e estabelecerem civilizações a partir dessa agora
elevada forma de vida, os atlantes guiavam o processo. Era visão deles
que muitas espécies além do homem desenvolveriam a consciência, e que
cada um pudesse contribuir com sua perspectiva e seu trabalho juntos,
para manter as energias da Terra Pensem nas possibilidades de compreender e ver o mundo a partir da perspectiva dos animais. Todas as plantas, animais e seres humanos, trabalhavam juntos. Era comum homens e animais se comunicarem e construírem fortes relações, que atendiam às necessidades mútuas de ambos. Os animais e os homens ocupavam o mesmo espaço e viviam bem próximos uns dos outros. Devido a essa interação diária, não havia o que hoje chamamos de animais de estimação. As plantas também queriam desenvolver sua consciência, portanto trabalhavam com os animais e com o homem para estabelecer de que forma sua interação poderia ajudar cada um. A vibração dos atlantes era forte e possuía uma qualidade holística que alimentava e mantinha tudo. Isso fez com que a conexão entre todas as coisas vivas fosse aparente, e todos eram capazes de confiar uns nos outros. Havia colônias atlantes no mundo inteiro. Eles construíram belos navios para transportar os recursos naturais entre aquelas colônias. Os mamíferos marítimos mostravam ao homem como encontrar e utilizar as correntes marítimas para viajar com mais facilidade. Muitas baleias e golfinhos guiavam geralmente os navios a seus destinos. Os padrões atmosféricos eram compreendidos como fluxos de energia, e os atlantes eram capazes de ler esses fluxos e trabalhar com as massas de energia.
A retirada dos atlantes e os cataclismas que se seguiram A hierarquia cósmica agradeceu os atlantes por seu compromisso e dedicação, depois retirou-os da Terra em sua forma de humanidade. Pensava-se que a ativação das muitas novas vibrações se solidificara em forma física. Todavia, a remoção da energia atlante concentrada causou um choque na consciência de massa, que resultou em um distúrbio do campo energético. Formaram-se fortes ventos, que trouxeram grandes ondas de marés; houve tremores de terra e erupções vulcânicas. Tudo isso foi causado pela necessidade de ajustar o campo de energia da Terra, para compensar a perda da energia atlante. Houve uma mudança de polaridade e muitos seres humanos, plantas e animais, foram destruídos. Mas alguns Homos sapiens sobreviveram, e a humanidade passou a ser o criador. Enquanto os seres humanos ainda tinham lembranças da civilização atlante, eles estavam vivendo nas profundezas das cavernas, para aguardar que a atmosfera se estabilizasse. Embora nascessem crianças, não havia uma maneira de preservar o conhecimento e as informações da civilização anterior. Levou milhares de anos, até aos sumérios e gregos, para que se começasse a registrar as lendas da idade atlante. Os humanos ainda não haviam encontrado as inscrições na parede da caverna, das pessoas que viveram logo depois da mudança dos pólos. Durante o tempo em que os homens estavam evoluindo a partir dos efeitos da mudança polar, os atlantes continuaram a trabalhar com os humanos através de sua intuição e conexão com os níveis mais elevados de consciência – exatamente como continuam fazendo atualmente. Como a consciência atlante aprendeu a transformar a energia em diferentes formas, eles estão alinhados com a Terra e continuam ajudando a humanidade a realizar o projeto divino original. Esse projeto divino é sobre o princípio criativo – a criação por meio da inclusão de toda a energia, e de maneira que toda energia possa ser explorada. A Terra tem um compromisso especial de tentar criar de maneira a manter a criatividade através da expansão criativa contínua. Outros planetas investigaram a energia e o conceito do que é criado quando se usa a perspectiva destrutiva. A Terra está envolvida em uma perspectiva holística, que está aprendendo a como ser criativa, o que significa expandir-se e ainda permanecer conectada. Essa é uma oportunidade de crescimento que Sanat Kumara assumiu. Em vez de ter de assumir forma e interagir com os humanos no plano físico, os atlantes deveriam agora ser considerados um nível de consciência que existe em todas as pessoas. Todos têm dentro de si a herança da raça atlante. Eles são os antepassados da humanidade. Representam uma perspectiva de Deus Fonte, e semearam esta Terra com a consciência para criar a forma a partir da energia. A humanidade está encarregada de saber como focalizar a criatividade e precisa decidir sobre o que está sendo criado e como deve ser utilizado. Nossa herança atlante Os atlantes são mestres criadores. Sua perspectiva é a de que a energia é um recurso elementar ilimitado que está disponível para ser usado à vontade. Eles não têm nenhuma mentalidade de escassez sobre a energia que está disponível – ela é livre para todos. Isso trás uma conexão natural entre todas as coisas vivas, pois não existe nenhuma competição para ter acesso à matéria-prima que pode criar qualquer forma. Criar forma é para o propósito de explorar, experimentar, experienciar e, o que é mais importante, expressar a consciência de uma forma viva, seja ela uma planta, um animal, ou um ser humano. Todas as coisas vivas têm consciência, e todas têm um desejo inato e uma necessidade de expressar-se. Qualquer expressão que assuma forma é o processo de criatividade. O desejo de criar é a razão real para viver na Terra. A liberdade de criar está disponível devido ao ilimitado suprimento de energia. Quando os instrutores espirituais falam sobre a ilimitação, isso é exatamente o que querem dizer. A Terra tem um potencial ilimitado. Cada pessoa tem de decidir se pode aceitar que é um criador, ou continuar acreditando que o Criador é alguém ou algo fora dela. A liberdade de criar é um conceito assustador, que parece tão simples, mas que para os humanos é difícil de aceitar. Só aqueles que obtiveram a liberdade de sua cultura, instituições e predisposições do gênero, podem realmente aproveitar o potencial criativo que está disponível. Se vocês pudessem aceitar o fato de que são verdadeiramente livres, o que criariam agora mesmo? Qual é a visão que vocês têm para este mundo? O que sua intuição os inspira a fazer com sua vida? Qual é sua conexão com a consciência atlante? Como essa conexão se expressa em sua vida? Os atlantes não são só mestres criadores, mas são também igualmente peritos como co-criadores. Isso é essencial, pois as pessoas criam suas perspectivas de maneira que todas as perspectivas possam permanecer conectadas de alguma forma. Essa conexão é um mundo que se desenvolveu espiritualmente.
Os atlantes originais, que estiveram sob forma humana há 14.000 anos, viveram esse potencial. As civilizações atlantes que viveram de 8.000 a 9.000 anos, eram descendentes dos primeiros atlantes, que na verdade, mudaram sua forma para assumir a do Homo sapiens. Esses descendentes dos atlantes originais também tinham colônias no mundo todo. As civilizações posteriores eram mais individualistas do que as colônias originais. Essa perspectiva de individualismo levou ao desenvolvimento de raças, e finalmente nações. Todavia, todas asnações estão conectadas através de sua humanidade e do reconhecimento de sua capacidade para criar e ser co-criadores. Esta é a esperança e o futuro para o homem agora. A humanidade precisa conectar-se a todas as formas vivas através da identificação dos outros como criadores e co-criadores. Todas as formas vivas desta Terra estão ligadas nessa consciência a ser expressada. E é claro que a própria Terra é uma forma viva. Considerem o poder de suas escolhas: O que podem criar hoje? Que vibração vocês guardam no coração? Como podem ver a si mesmos livres? Como podem ver outros livres? Como agiriam se aceitassem sua liberdade para criar e ser um co-criador? Estas são as perguntas a serem feitas. Vão até seu íntimo,conectem-se com a consciência atlante e peçam a respostas a suas perguntas. Eles são especialistas em criar no plano terrestre. O continente perdido da Atlântida Os continentes que hoje conhecemos nunca tiveram os aspectos e costas atuais, e mais, nem sempre estiveram acima da superfície das águas como hoje estão. As forças naturais, o vento, a chuva, as forças internas do planeta, o próprio luar, estão em constante luta contra as regiões terrestres que lhe oferecem resistência. Estão sempre mudando a fisionomia do planeta. Nas tradições humanas, nos velhos manuscritos, nas esculturas e velhas inscrições, encontramos referências sobre terras, ilhas e mesmo continentes inteiros, que desapareceram sob as águas e, entre estas milenares tradições, encontramos uma que fala de um fabuloso continente, com uma extraordinária civilização, denominado por uns de AZTLAN, por outros de ATLÂNTIDA.
As casas eram rodeadas de jardins. As ruas calçadas de lajes. As terras eram cortadas por canais de irrigação e navegação; os portos cavados ou melhorados artificialmente. Tinham grandes navios e navegavam com a bússola. Empregavam a pólvora e outros explosivos mais violentos para o progresso. Os abastados viajavam em ricos barcos aéreos movimentados pelo misterioso "vril", os pobres e os escravos em carros puxados por leões e leopardos. Havia máquinas aéreas de metal e de madeira capazes de transportar 80 a 100 homens. Sua indústria era próspera. Exploravam minas. Traziam o cobre do Canadá, o ouro e a prata do Peru, quando não os fabricavam quimicamente. Conheciam um metal denominado "Orichalco" que não se sabe se era produto da terra ou o resultado de transmutação, e que, com eles desapareceu. Metalúrgicos notáveis fabricavam toda a casta de objetos de bronze que vendiam aos povos bárbaros (nós) ainda na idade da pedra polida. A sua Capital era CERNÊ, a cidade das portas de Ouro, que ficava ao pé da alta montanha de 3 cumes que se avistava de muito longe no Mar. Foi isso que deu origem ao símbolo do tridente netuniano, gravado nas mais antigas moedas do mundo.
Acreditavam num Deus Superior que se manifestava nas forças na natureza e se revelava pela linguagem dos astros. Sua Religião era, ao mesmo tempo, filosófica e científica.
Ao povo se deixavam as formas rudimentares dessa Religião que, na essência, só os iniciados conheciam. Os templos eram dedicados ao Sol, instrumento vital do grande Todo.
A arquitetura era ciclópica e as danças rituais comemoravam os signos do Zodíaco, bem como as cerimônias litúrgicas representavam os mistérios do céu.
Os atlantes criam na imortalidade da Alma e mumificavam os mortos. Acreditavam na reencarnação; mas o culto dos antepassados só lhes foi trazido pelos brancos hiperbólicos. Conheciam a Astrologia e a praticavam. Consubstanciavam nos astros as forças naturais e todo o seu ensino era oral, sob a fiscalização do Colégio dos Iniciados.
O luxo engendrou a sede das riquezas. Os freios morais relaxaram-se e os apetites à solta, de braços com a magia negra, trouxeram a idade da besta. Reinaram os instintos. Devassidão e barbárie dominaram a sociedade. A anarquia instalou-se. E o dilúvio e os cataclismos, lançados pelos Deuses irritados, pouco a pouco foram destruindo aquele grande Império, até que, 9.564 anos AC, soçobrou na mais pavorosa catástrofe." Este relato é digno de respeito, pois existem inúmeras provas científicas e atuais de que uma grande catástrofe ocorreu EXATAMENTE no lugar em que as tradições colocam o continente da Atlântida. Daremos apenas a que o Dr. Richard Chavering tornou pública, como seja: "Que um grande movimento ocorreu no fundo do Atlântico e ainda ESTÁ OCORRENDO ninguém pode duvidar. Em agosto de 1923 foi enviada uma embarcação para procurar um cabo perdido que tinha sido colocado há 25 anos. Sondagens efetuadas no lugar exato revelam que o fundo do Oceano se ERGUERA 4000 METROS durante aquele curto prazo de tempo." Como vemos, esta região do Atlântico, entre a América e a Europa, não está calma nem segura. Assim, como em 25 anos, ou num só dia deste período, o fundo SUBIU 4.000 METROS, muito bem poderia descer (que é mais fácil) 3 mil e poucos metros na época da velha Atlântida.
Vida na Atlântida Houve muitas coisas maravilhosas na vida na Atlântida. Ela era bela e, por milhares de anos, harmoniosa. Os atlantes podiam viver por mil anos ou dez anos, se quisessem. Viviam tanto quanto quisessem experienciar a vida em qualquer que fosse a circunstância que desejassem. Os atlantes não se casavam, do modo como vocês entendem o casamento hoje em dia. Muitas vezes uma união era constituída por um casal por algum tempo, até que um dos membros decidisse partir. Haveria então uma união com outra alma. As uniões raramente se dissolviam por causa da desarmonia, e quando esta existia, o casal ia para um tribunal constituído por uma união de filósofos e geralmente o fator de desarmonia normalmente era solucionado. Raramente ocorria ali qualquer coisa que não fosse resolvida. Era um tempo de grande paz. Essa era dourada da Atlântida foi um tempo pacífico do qual vocês se lembram vagamente em sua memória longínqua. Nascer fisicamente era pouco usual na Atlântida porque as pessoas haviam compreendido como deixar seus corpos e voltar quando quisessem. Mas quando as crianças nasciam essa era uma ocasião grandiosa e alegre. Quando uma alma optava por nascer fisicamente, essa era normalmente sua primeira encarnação na Terra. Os pais cuja energia era totalmente compatível com a nova alma eram cuidadosamente escolhidos. Essas crianças eram cuidadas não somente pelos pais, mas por toda a comunidade. Todos os residentes ensinavam, amavam e nutriam a nova alma conforme ela crescia, ajudando-a a entender a Terra e a existência física neste planeta.
O que se comia na Atlântida? Jamais se pensava em comer carne. Consumiam-se frutas, vegetais e nozes. Muitos de vocês têm hoje esse desejo interior, normalmente num momento em que estão em um despertar espiritual superior. Vocês não escolhem internalizar essa vibração; ela tem pouco a ver com adquirir vida, mas sim com aquela vibração dentro de si próprios. Quando eles comiam, não era para nutrir-se, para sustentar a vida. Havia uma vibração em cada fruto, em cada vegetal e cada flor, pois os atlantes também consumiam flores. Consumiam principalmente não apenas para agradar o paladar, mas pela vibração que se dava em seus corpos. Sua energia freqüentemente era equilibrada dessa maneira porque eles tinham o conhecimento das diversas vibrações. Desse modo, comer tinha mais a ver com o equilíbrio energético do que com a fome ou a necessidade de sustentar a vida. Jamais eles pensariam em consumir qualquer coisa que não pertencesse à vida vegetal. Por que? Porque esse outro tipo de vibrações não estava em harmonia com as vibrações de seus próprios corpos. Tal ato teria mudado sua vibração para um estado de confusão. Por isso eles eram muito cuidadosos quanto ao fato de que qualquer coisa que consumissem tivesse uma vibração que se harmonizasse com a sua própria. Eles realmente se misturavam com a vibração antes de consumi-la para verificar se era satisfatória. Se não, eles a reverenciavam e a punham de lado. Os atlantes possuíam um vasto conhecimento e compreensão sobre energia. Eles sabiam como criar a partir de energia pura; por isso podiam criar arte com luz e a forma artística mudava conforme os pensamentos da alma observassem as mudanças da alma. Hoje, vocês nem mesmo começaram a descobrir através da ciência ou da tecnologia o que os atlantes compreendiam acerca da energia. Eles podiam formar a partir de simples energia pura o que quer que fosse necessário para garantir sua existência. COMÉRCIO GALÁCTICO A Atlântida era grande, embora a população tenha sido muito pequena por um tempo. Ela chegou a se tornar uma população intergaláctica. Lembrem-se que nós lhes contamos que o Templo da Cura se tornou intergaláctico. Ele era conhecido como o "lugar de cura" deste sistema solar e trouxe uma população intergaláctica, logo uma necessidade de entender as diferentes culturas e as várias energias. A Terra era o lugar em que as almas se intercombinavam e adquiriam uma maior compreensão umas das outras. A Atlântida possibilitou uma oportunidade que não houvera antes. Não somente era culturalmente avançada, mas tinha um ambiente pacífico que permitia a aceitação de toda a vida. Havia muito pouco julgamento de quem era "melhor’ ou de quem estava "certo". Todas as coisas eram muito bem aceitas do jeito que eram. Os atlantes não vivenciaram conflitos em sua Idade Dourada; por isso se tornaram mestres da compreensão e do uso da energia. Outros não mais vinham de galáxias distantes para ajudá-los, sim para aprender com essa grande cultura. Os atlantes desenvolveram a tecnologia que atraiu seres de toda a galáxia. Muitos não haviam desenvolvido a tecnologia para viajar para cá, mas os atlantes sim. Eles se tornaram os mestres de seu tempo e deuses do universo, por assim dizer. Eram conhecidos por seu abarcar aberto de todas as coisas e por sua compreensão da vida. Eram conhecidos também por seu belo Templo da Cura. Não temos palavras para transmitir-lhes a beleza, o poder e a simplicidade do Templo de Cura atlante. Compreendendo as energias vibracionais Vamos falar sobre os sistemas de transporte atlantes. A população era transportada de um ponto a outro através de câmaras de cristal. Quando entravam nessas câmaras suas moléculas eram transferidas de uma câmara a outra. Não havia sistemas de transportes tais como os que conhecemos hoje. Eles faziam viagens espaciais intergalácticas. Embora houvesse espaçonaves físicas, a viagem era freqüentemente feita por meio de transferência energética. Lembrem-se de que os atlantes haviam dominado a energia e a entendiam de um modo como ela nunca havia sido entendida antes ou, então, neste planeta. Quando as pessoas entendem como usar a energia e compreendem suas formas vibracionais, elas se tornam totalmente ilimitadas. Não há nada que tal pessoa não possa atingir ou criar. A Atlântida tornou-se a Meca desse conhecimento. Os atlantes se tornaram superiores em seu conhecimento em relação aos seres que haviam estabelecido a Atlântida anteriormente. Os fundadores deixaram por legado conhecimento suficiente que, com os recursos humanos, foi capaz de evoluir muito rapidamente. Quando a humanidade não está dissipando suas energias em conflitos, vocês não fazem idéia de quão superior é sua criatividade ou quão longe podem ir suas possibilidades. Nós diríamos a vocês, pelo fato de não estarem querendo deixar de lado seus conflitos interiores, que deixem só os conflitos em seu mundo, vocês não estão conscientes de sua própria grandeza.
A luta
por poder
Compreendam que os líderes numeravam menos de dez por cento da população - de fato, cerca de 8,9 por cento. Quando o grupo da margem direita começou a tomar o controle, eles ficaram cada vez mais intoxicados com seu próprio poder de criação.
Na terceira geração em que a população ficou isolada - cerca de três ou quatro mil anos em sua estrutura de tempo, a Atlântida e sua outrora bela cultura começaram a degenerar-se. Naquele tempo a vibração energética era tão pesada que a terra do continente não era capaz de sustentar o peso. Ocorreram divisões na terra, criando separações e formando novas ilhas.
Ora, como em todas as coisas, houve sobreviventes. Todos os campos energéticos cessaram de existir. Não havia mais nenhum controle desses campos energéticos, nem entre aqueles que manifestaram desejo de controlá-los. Eles bradaram em agonia ao perceberem o que haviam criado. Os sobreviventes levaram a estória da Atlântida para uma terra distante onde contaram aquilo de que se lembravam. Foi quando foram postos em um estado de animação suspensa que a verdadeira história da Atlântida e de sua grandiosidade vieram à tona. Assim, suas lendas da Atlântida provêm do grupo de sobreviventes que contaram sobre as maravilhas da Atlântida e sobre como sua terra foi destruída. Havia um grande amor pela população da Terra. Aqueles seres que haviam criado a Atlântida tomaram um punhado de almas que eram as de espírito mais puro e as menos encerradas em seus próprios medos e as transportaram para uma terra distante que ficou conhecida como Egito antigo. A promessa Existem muitos mitos referentes à Atlântida, pois o seu tempo foi um grande tempo em seu planeta. Foi o zênite da compreensão da grandeza da humanidade. O mestre que outrora residiu no templo sagrado no meio do Grande Rio fez uma promessa à Atlântida. Essa promessa estabelecia que quando a consciência da humanidade se elevar novamente ao nível da Atlântida no auge de sua Idade Dourada, vocês conhecerão novamente a paz e a beleza. Àquelas almas foi dito que a elas caberia a maior responsabilidade de restaurar à Terra a beleza da Idade Dourada da Atlântida. Se você têm um grande interesse pela Atlântida, então você esteve lá. Se um grande desejo de conhecer mais sobre a Atlântida o persegue, então você esteve lá. Se você sente uma grande responsabilidade pela humanidade, sua alma pode sentir que você tem um débito não pago pelo tempo que viveu na Atlântida. Você pode ter encarnado para ajudar o processo de restauração que agora ocorre. Se, às vezes, você se sente confuso ou em busca de uma direção na vida, então eu lhe diria que você, provavelmente, viveu na Atlântida quando muitas almas foram subjugadas. Foi um tempo muito triste. Os atlantes aqui agora são aqueles que têm mais probabilidade de manter contato com seres intergalácticos. Se você de algum modo se sentem conectado com seres e viagens intergalácticos, então você provavelmente viveu durante aquele tempo.
A Atlântida está se elevando? Sim, porém não como uma massa de terra fixa. É um estado de consciência que existirá bem aqui, bem agora. A Atlântida está em um ponto de consciência. Vocês podem reviver a Atlântida hoje se quiserem, pois o tempo é uma ilusão. O que nós pensamos que vocês irão fazer é a reconstrução da Idade Dourada, mas façam isso da melhor maneira. Talvez vocês venham a ter uma compreensão mais clara da grandeza e da beleza de quem vocês são. Meditem a toda hora, enviem luz a todo momento, rezem com freqüência, amem sempre sem estabelecer condições. Desse modo vocês estarão trazendo de volta a consciência que tinham na Idade Dourada da Atlântida à sua consciência de massa. Escritos antigos contendo teorias sobre a Atlântida PLATÃO - Foi esse filósofo grego quem trouxe ao mundo a história do continente perdido da Atlântida. Sua história começou a surgir para ele em ao redor de 355 A.C. Ele escreveu a respeito dessa terra chamada Atlântida em dois de seus diálogos – Timeus e Critias, ao redor de 370 A.C. Platão disse que o Continente ficava no Oceano Atlântico, próximo do Estreito de Gibraltar até sua destruição 10.000 anos antes.
Platão descreveu a Atlântida como anéis
alternados de mar e terra, com um palácio no centro do “olho de boi”.
Ele usou uma série de diálogos para expressar suas idéias. Um dos
personagens de seus diálogos, Kritias, conta uma história da Atlântida
que está em sua família por muitas gerações. De acordo com o personagem,
a história foi originalmente contada para seu ancestral Sólon, por um
padre durante a visita de Sólon ao Egito. A capital da cidade de Atlântida era uma maravilha de arquitetura e engenharia. A cidade era composta de uma série de paredes e canais concêntricos. Bem no centro havia um monte, e no topo do monte um templo para Poseidon. Dentro havia uma estátua de ouro do deus do mar com ele dirigindo seis cavalos alados.
Em muitos pontos nos diálogos, os personagens de Platão referem-se à história da Atlântida como uma “história real” . Platão também parece colocar na história muitos detalhes sobre a Atlântida que seriam desnecessários se ele pretendesse usar isso apenas como um instrumento literário.
Em “Timeus”, Platão descreve Atlântida como
uma nação próspera que iria expandir seu domínio: “Agora nesta ilha de
Atlântida havia um grande e maravilhoso império que governou em toda a
ilha e em várias outras, e em partes do continente”, ele escreveu “e
depois, os homens da Atlântida dominaram as partes da Líbia dentro das
colunas de Hércules até o Egito e a Europa, até a Tyrrhenia. Platão conta uma versão mais metafísica da história de Atlântida em “Critias”. Aí ele descreve o continente perdido como o reino de Poseidon, o deus do mar. Essa Atlântida era uma sociedade nobre, sofisticada, que reinou em paz por séculos, até que seu povo tornou-se complacente e cobiçoso. Raivoso com sua queda da graça, Zeus escolheu puni-los, destruindo a Atlântida.
Pelos registros egípcios , Keftiu foi destruída pelos mares em um apocalipse. Parece que Sólon trouxe as lendas de Keftiu para a Grécia, onde ele passou para seu filho e seu neto. Platão gravou e embelezou a história do neto de Sólon, Critias, o Mais Jovem. Como em muitos escritos antigos, a história e o mito eram indistinguivelmente intermisturadas. Platão provavelmente traduziu “a terra dos pilares que sustentam o céu” (Keftiu) como a terra do titan Atlas (que segurava o céu). Comparações com os antigos registros antigos de Keftiu identificam um número de similaridades com a Atlântida de Platão. Quando Platão identificou a localização da terra que ele havia chamado Atlântida, ele a colocou no oeste – no Oceano Atlântico. Na verdade, a lenda egípcia colocava Keftiu a oeste do Egito, mas não necessariamente a oeste do Mediterrâneo. Descrevendo Atlântida como uma ilha (ou continente) no oceano Atlântico, suspeitamos que Platão estava simplesmente equivocado em sua interpretação da lenda egípcia que ele estava recontando. Mesmo assim, Platão preservou suficientes detalhes sobre a terra, que sua identificação agora parece mais similar e muito menos misteriosa que muitos dos seguidores da nova era gostariam. É possível que a Atlântida fosse a terra da cultura minoana, principalmente as antigas Creta e Thera. Se esta hipótese for correta, Platão nunca percebeu que a terra de Atlântida já era familiar para ele. Os registros arqueológicos mostram que a cultura minoana estendeu seu domínio pelas ilhas próximas do Egeu, aproximadamente de 3000 A.C. até 1400 A.C.. Creta, agora parte da Grécia era a capital do povo minoano , uma civilização avançada, com linguagem, exportação comercial, arquitetura complexa, rituais e jogos. Parece que as ilhas relacionadas (ex. Santorini/Thera) podem ter sido parte da mesma cultura. Os minoanos eram pacíficos. Foi dito que um palácio de quatro andares em Knossos, Creta, era o capitólio da cultura minoana. A correspondência dos artefatos culturais minoanos com aspectos da lenda de Atlântida fazem com que se pense na identidade das duas.
A lenda de Platão (egípcia) também diz que a Atlântida era pacífica – isto é confirmado pela virtualmente completa ausência de armas nas ruínas minoanas e na sua arte – raro para povos daquela época. A lenda egípcia conta que havia elefantes em Keftiu; apesar de presumivelmente não haverem elefantes em Creta, os minoanos eram conhecidos como negociantes de marfim africano e parece que foram o principal acesso ao marfim para o Egito, vinte séculos antes de Cristo. Os mapas da Atlântida feitos por Platão teriam semelhança com a geografia da antiga Creta.
Após mais de mil anos de domínio,a cultura minoana teve um final rápido, cerca de 1470 a.C. Também o célebre apocalipse que, de acordo com os egípcios, consumiu Keftiu-Atlântida em um dia e uma noite, tem bases em fatos históricos. Os rastros de evidência conduzem à pequena ilha de Santorini (também conhecida como Thera, fica a 75 km ao norte de Creta). Santorini também era um local minoano e as ruínas podem ser encontradas pela ilha. Havia uma montanha no seu centro, provavelmente com 1500 metros de altura, até aproximadamente 1500 A.C.. Esta montanha era um vulcão; suas erupções começaram aproximadamente em 1500 A.C. e tiveram um clímax final aproximadamente em 1470 A.C.. Este vulcão era geologicamente similar ao Krakatoa, porém 4 vezes maior e provavelmente tinha o dobro da violência. A fúria da sua explosão final é inferida de amostras geológicas do núcleo, de comparação de com as detalhadas observações feitas no Krakatoa em 1883 e da obliteração simultânea de quase todos os estabelecimentos minoanos. Os registros de tempo geológico da explosão final do Santorini são muito precisos. O provável quadro seria este: no verão, cerca de 1470 A.C., o Santorini explodiu. As cinzas vulcânicas encheram os céus, encobriram o Sol e desencadearam granizo e relâmpagos. Uma pesada camada de cinzas vulcânicas choveu sobre o Egeu, cobrindo as ilhas e as plantações. Terremotos abalaram a terra e estruturas de pedra caíram com o movimento. Quando a enorme câmara de magma do Santorini finalmente entrou em colapso para formar a cratera, enormes tsunamis (ondas tidais) se espalharam em todas as direções.
A Atlântida era governada em paz, era rica em comércio, avançada em conhecimento e dominava as ilhas e continentes que a rodeavam. De acordo com a lenda de Platão, o povo da Atlântida tornou-se complacente e seus líderes arrogantes;como punição, os deuses destruíram a Atlântida, inundando-a e submergindo-a em um dia e uma noite. Embora Platão tenha sido o primeiro a usar o termo “Atlântida”, há antecedentes da lenda. Há uma lenda egípcia que Sólon provavelmente ouviu enquanto viajava pelo Egito e foi passada a Platão anos depois. A ilha nação de Keftiu, lar de um dos quatro pilares que sustentavam o céu, era considerada uma gloriosa civilização avançada que foi destruída e afundou no oceano. Existe outra história semelhante à de Atlântida, mais significante em termos de época e geografia... e está baseada em fatos. A civilização minoana tinha uma grande e pacífica cultura baseada na ilha de Creta e reinou aproximadamente em 2200 A.C.. A ilha minoana de Santorini, mais tarde conhecida como Thera, tinha um imenso vulcão. Em 1470 A.C. ele teve uma erupção com uma força que se estima ter sido maior que a do Krakatoa, obliterando tudo sobre a superfície de Santorini. Os terremotos e tsunamis resultantes devastaram o resto da civilização minoana, cujos remanescentes foram facilmente conquistados pelas forças gregas. Talvez Santorini fosse a “Atlântida” real. Alguns argumentaram contra esta idéia, observando que Platão havia especificado que a Atlântida havia afundado há 10.000 anos, mas o desastre minoano ocorrera apenas há 1.000 anos. Pode ser que erros de tradução ao longo dos séculos alteraram o que Platão realmente escreveu, ou pode ser que ele estivesse intencionalmente encobrindo os fatos históricos para atingir seus propósitos. Existe ainda uma outra possibilidade – a de que Platão tenha inventado a história da Atlântida. Mesmo assim, sua história do continente que submergiu cativou as gerações que se seguiram. Outros pensadores gregos, como Aristóteles e Plínio, argumentaram sobre a existência da Atlântida, enquanto que Plutarco e Heródoto escreveram sobre ela como um fato histórico. A Atlântida se tornou parte do folclore em todo o mundo, foi colocada em mapas oceânicos e buscada pelos exploradores.
Cayce profetizou que parte da Atlântida viria para a superfície novamente em 1968 ou 1969. Isso não ocorreu e nenhuma evidência foi encontrada de que ela já tenha estado lá. Mas muitos argumentam que deve ter existido uma Atlântida, por causa de muitas similaridades culturais nos dois lados do oceano, que não poderiam ter se desenvolvido independentemente , tornando a Atlântida quase que literalmente um “elo perdido”.
Então, num piscar de olhos, a civilização minoana desapareceu. Estudos geológicos mostraram que numa ilha que agora conhecemos como Santorinas, localizada dez milhas ao norte de Creta, ocorreu um desastre que teria sido capaz de destruir o estado minoano. Houve uma explosão vulcânica quatro vezes mais poderosa que as do Krakatoa. A onda tsunami que se chocou com Creta deve ter penetrado ilha adentro por aproximadamente meia milha, destruindo todas as cidades e povoados da costa. A grande frota minoana de navios afundou em poucos segundos. Durante uma noite o poderoso Império minoano foi esmagado.
Galanopoulos sugeriu que houve um erro durante
a tradução do egípcio para o grego de alguns dos números e que foi
adicionado um zero extra. Isto significaria que 900 anos atrás teriam
sido traduzidos como 9000 e a distância do Egito para a “Atlântida”
teria sido mudada de 250 milhas para 2500. Se isto é verdade, Platão,
sabendo da geografia do Mar Mediterrâneo, teria sido forçado a assumir
que a localização da ilha fosse no Oceano Atlântico. A exata localização
da Atlântida não é conhecida, pois o continente se partiu em várias
secções que se moveram em diferentes direções. O livro Oera Linda, da Holanda é considerado um dos mais antigos livros já encontrados. Ele fala sobre a destruição da grande ilha atlântica por terremotos e ondas tidais. O antigo historiador grego Diodorus escreveu que milhares de anos antes dos fenícios, havia uma imensa ilha atlântica (no local em que Plartão descreveu que a Atlântida estava). Os hieróglifos fenícios foram encontrados em numerosas ruínas nas selvas da América do Sul e são tão antigas que as tribos indígenas próximas perderam as lembranças de quem as construiu. Diodorus escreveu que os atlantes tiveram uma guerra com os amazônicos! O grego Kantor relata uma visita ao Egito, onde ele viu uma coluna de mármore com hieróglifos sobre a Atlântida.
Plutarco escreveu sobre o continente perdido no seu livro Vidas. Heródoto, considerado por alguns como o maior dos historiadores antigos, escreveu sobre a misteriosa civilização da ilha no Atlântico e uma cidade nela se localizava exatamente onde a expedição do Dr. Asher encontrou exatamente isso!
Pinturas brilhantes em cavernas francesas mostram claramente pessoas usando roupas do século 20: uma pintura levou a um complexo de pirâmides subterrâneo. O historiador e arqueologista francês Robert Charroux o datou de 15.000 A.C..
Theopompos, um historiador grego, escreveu sobre o enorme tamanho da Atlântida e suas cidades de Machimum e Eusebius e sobre uma idade de ouro, sem doenças e sem trabalhos manuais. James Churchward escreveu diversos volumes de livros documentando escritos antigos que ele afirma ter traduzido a Sudoeste da Ásia, que se referem à Atlântida e Um, enquanto que o geólogo William Niven afirma ter escavado tabuletas idênticas no México. O Dr. George Hunt Williamson, que escreveu diversos livros em sua pesquisa da Atlântida e Lemúria em 1950, era um explorador antropólogo que foi mencionado no “Who's Who” nos Estados Unidos. Ele escreveu sobre como os descendentes dos incas o conduziram a um antigo manuscrito num templo nas montanhas andinas, que falava sobre a destruição da Atlântida e de Um, que possuíam uma tecnologia avançada, por terremotos e ondas tidais. Williamson também visitou dezenas de tribos indígenas nos Estados Unidos e no México, que lhe contaram sobre a Atlântida e Mu, incluindo os índios Hopi. Tabuletas de Lhasa, Tibet e da Ilha de Páscoa. Está claro pelos escritos antigos, que a crença em Atlântida era comum e aceita pelos historiadores na Grécia, Egito e nos Impérios Maia e Asteca. Os bascos da Espanha, os guals da França, as tribos das Ilhas Canárias e dos Açores, uma tribo na Holanda e dezenasde tribos indígenas, todas falam de suas origens em uma grande perdida e submersa terra atlântica. Thule Os alemães e os escandinavos nórdicos falaram de um continente desaparecido no Oceano Atlântico Norte, chamado Thule com a civilização de Hyperborea nele localizada. Reportam que Thule se estreitou para o que atualmente é a capa de gelo do polo norte, onde está enterrado sob milhas de gelo e por isso não podemos vê-lo. O templo de cura atlante O templo de cura atlante era um edifício circular. A única luz que penetrava o templo vinha através de um amplo domo no teto. Este domo era ajustável de modo que a luz do Solm pura ou filtrada, podia penetrar através do teto sempre que fosse requerida. O domo também podia ser fechado de maneira que nenhuma luz do Sol entrasse no templo. A entrada do templo era retangular. Ele era construído de pedra branca brilhante; essa pedra parecia preenchida por mica e por cor, e a pesada barra de pedra que fazia girar a porta tinha esculpida um cisne branco com sua nobre cabeça levantada e se movendo graciosamente para fora. Havia grupos de pilares compostos de pedras preciosas brancas, que podiam ser curvadas, mas não podiam ser quebradas. Elas eram moldadas para formar um círculo perfeito em pé e os degraus eram retangulares, na mesma pedra branca brilhante que o edifício.
Logo perto da entrada havia um grande cristal marcador do tempo. Este poderoso cristal protegia o Templo contra quaisquer vibrações prejudiciais e negatividades.Ele não permitia que nenhuma pessoa entrasse no templo, a menos que aquela pessoa tivesse uma razão genuína e pura para fazê-lo. O cristal sabia tudo, nada podia ser escondido. Dentro da entrada havia um grande corredor, tanto para a esquerda como para a direita. Ao redor do círculo central havia duas amplas passagens que levavam aos três templos espirais, que se encontravam no final do edifício central. Estes templos também eram circulares. Não havia uma entrada a partir do templo principal, mas as entradas eram através de portas com cortinas pesadas, abrindo-se para essas passagens, que se estreitavam à esquerda e à direita do templo principal. O templo central circular era um pequeno templo especial, onde os curadores estudavam e eram treinados, e à direita do templo estava o templo do Ensinamento; à esquerda estava o Templo da Pesquisa – não pesquisa no sentido em que é usado atualmente, associada a coisas materiais, mas pesquisa em tudo que se refere à cura do corpo e da alma. Todos os ensinamentos eram passados no Templo do Ensinamento. Todo o treinamento dos curadores, onde eles eram usados como instrumentos e não se requeria que usassem sua mente ou cérebro, era feito no terceiro Templo. Os estudantes que vinham ao Templo de Cura eram obrigados a se especializar em uma destas artes e eram alocados e colocados no Templo do Ensinamento ou no Templo de Cura ou no Templo da Pesquisa. Não era permitido que eles seguissem os três cursos de uma vez; eles tinham que provar sua capacidade em sua primeira escolha antes que fosse permitido que eles fizessem um segundo curso em um dos templos.
Entre os quartos de vestir, que eram semelhantes aos cubículos encontrados nos Banhos para Natação, havia uma passagem onde haviam outros cubículos que eram usados para a limpeza e purificação dos corpos dos clientes. A cura no tempo da Atlântida, não ocorria em poucos minutos como atualmente; um cliente era solicitado a visitar o Templo muitas vezes para a purificação de seu corpo físico. Seu cabelo era cortado até a nuca durante seu período de cura e, após banhos em água de fonte, eles passavam em banhos de água morna perfumada, antes de receberem uma vestimenta branca de linho, com a qual eles deveriam se apresentar diante de seu curador.
No próximo cubículo, a maioria dos clientes ficavam muito mais tempo que no primeiro, pois aqui o cansaço da mente deveria ser liberado e enquanto a mente relaxava e o corpo, em harmonia, relaxado, o cliente falava a seu mestre, contando-lhe das ansiedades que o perturbavam e da fadiga da alma que o oprimia. Isto é análogo ao que atualmente chamamos de psicanálise e pode mesmo ser um longo processo. Portanto o trabalho feito neste quarto mental era de uma natureza verdadeiramente especializada. Somente os mais elevados - e mais experientes - sacerdotes tratavam destes clientes, e muitas horas do dia eram dadas para o completo relaxamento e uma conversa agradável e a ingestão de frutas para a limpeza do corpo físico. Em particular, os clientes tomavam sucos de frutas cítricas e água mineral, que tinham um papel importante no total do processo de cura.
Doze curadores sob a tutoria de um sacerdote trabalhavam em doze clientes ao mesmo tempo. Os leitos, sobre os quais os pacientes se deitavam, eram feitos de mármore branco, construídos como caixas retangulares; o topo também era feito da mesma pedra que não podia ser quebrada ou cortada, e cada leito era composto de pedra de uma cor, representando um raio.
Assim que o paciente deitava na mesa de cura, as radiações de sua aura se projetavam como uma emanação ao redor de sua cabeça e seu corpo, iluminando assim todo o canto do quarto onde ele estava deitado, e abrindo para si mesmo o poder de absorver os éteres do solo e os éteres de luz que o rodeavam. Se, entretanto, o cliente não fosse capaz de irradiar esses éteres, então os curadores ficavam ao redor daquele leito particular, imóveis e em meditação, até que todos os outros onze clientes tivessem sido tratados pelos seus curadores e o cliente então tinha que retornar à preparação no plano mental, para aprender um período posterior de relaxamento. Isto ocorria raramente porque normalmente todos os pacientes eram preparados e estavam completamente relaxados quando eles chegavam à grande câmara de cura. Havia quarto curadores para cada leito; o Sacerdote Iniciado à direita, o segundo sacerdote à esquerda, o terceiro e quarto sacerdotes nos pés. O Sacerdote Iniciado dirigia a cura e os dois sacerdotes nos pés passavam energia, com as palmas das mãos, através dos pés dos clientes. Cada curador usava uma vestimenta da cor de seu próprio raio e uma capa sobre seus ombros, também da mesma cor. Durante a sessão de cura este manto, pego pelos cantos, seria virado do avesso, unido na barra por um broche com pedras preciosas.
Fontes: http://www.oarquivo.com.br
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