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Mestre El Morya

Nossos queridos Mestres El Morya e Kuthumi, estão conosco desde 600.000 a.C. Respectivamente, ambos são também conhecidos na Federação e Confederação Intergaláticas como Marte e Mercúrio. Nessa época El Morya, teve sua primeira experiência como governante nesse planeta, como um Rei, onde hoje é o Peru.

Em 220.000 anos a.C. El Morya foi o Imperador da Cidade das Portas de Ouro na Atlântida, com o título de governante divino. Nos dias de sua grandeza, essa cidade chegou a ter 2 milhões de habitantes. Kuthumi ou Mercúrio, era nessa época o Sumo-Sacerdote. Esses dois grandes Mestres, desde essa época, atravessaram os séculos trabalhando juntos em prol do Planeta. São os fundadores da Sociedade Teosófica.

Nessa época também, há 200.000 anos atrás, é que foram construídas as duas grandes Pirâmides de Gizé para proporcionar salas de Iniciação permanentes, para ser a casa de Tesouro e para serem Santuários do grande Talismã de Poder, em face da submersão das Terras que iria ocorrer em breve. A Grande Pirâmide serviu também para abrigar por milhares de anos instrumentos sagrados e poderosos.

A Grande Pirâmide somente recebeu o nome do Faraó Queóps, entre 4.551 e 4.528 anos atrás. Há 180.000 anos atrás, após a construção das 2 grandes Pirâmides e por um longo periodo, o Egito esteve submerso em decorrência do cataclisma na Atlântida. Quando tornou a emergir, o Egito foi mais uma vez povoado.

Atualmente, é o Chohan do Vigésimo Raio, Lápis Lazuli que desenvolve a conexão com a nossa essência e o nosso regresso ao cosmos, através da nova codificação criativa, que está sendo irradiada por toda a fraternidade Sideral para este planeta, pois somos filhos do Creador, e todos temos o direito de nos reintegrarmos ao mesmo.

Os Mestres El Morya e Míriam continuam atuando no 1º raio azul, que se desmembrou, para permitir uma maior atuação dinâmica sobre todos os aspectos a serem irradiados nesse ciclo terreno. Ficando esse raio a cargo do Lord Sírius.

Para muitas pessoas nada mudou, pois a mudança só existe nos planos maiores, onde se direciona uma nova proposta das radiações para o despertar da humanidade.

Seu templo etérico localiza-se sobre a cidade de Darjeeling, na Índia. A música para entrar em sintonia com a energia desse majestoso mestre é Pomp and Circunstance, de Elgar.

Em sua última encarnação terrena, foi El Morya Khan, filho do monarca de Bangladesh. Nessa existência, ele renunciou ao trono do qual era herdeiro e abraçou a vida religiosa, tendo ascencionado em 1888. Muitas foram as obras de Mestre El Morya no serviço à Luz.

Ele foi Matusalém, o homem que viveu quase mil anos mencionado na Bíblia. Foi iniciado e instruído em vida por seu pai Enoch, com o qual construiu O Grande Templo Sagrado, que não sobreviveu às guerras e saques ao longo da História. Seu padrinho espiritual era Melquizedec, para muitos, Sanat Kumara. Viveu também como Abraão, o patriarca do Povo Hebreu, sempre citado pela fiel obediência a Deus e ao Plano Divino.

Determinação, firmeza e liderança são os mais marcantes traços de El Morya, que encarnou vários reis como Nabucodonosor, da Babilônia (630 a.C.); Leônidas, de Esparta (532 a.C.); Melchior, um dos reis magos que deu aporte energético ao nascimento de Jesus; e Arthur, o unificador dos clãs da Inglaterra no século VI. Na Mongólia, foi imperador duas vezes entre os séculos XIV e XV: como Akbar, o 0 Grande, que unificou seu povo e transmitiu-lhe os valores do monoteísmo; e Shah Jahan, o lendário construtor do Taj Mahal, um monumento ao amor até hoje cultuado no islamismo.

Em duas de suas encarnações na Inglaterra, foi canonizado pela Igreja Católica. Numa foi Thomas Becket (1118 - 1170), arcebispo de Canteburry martirizado por desafiar os desmandos do rei Henrique II. Na outra, Thomas Morus (1478 - 1535), pensador, estadista e advogado, escritor da obra Utopia, um tratado sobre a justiça e a igualdade social. Por suas idéias avançadas e polêmicas, foi preso e decapitado a mando de Henrique VIII.

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