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Hipnose

Hipnose é um estado de relaxamento através do qual as nossas mentes objetiva e subjetiva podem ser focalizados para ficarem mais receptivas à sugestão terapêutica. Sendo assim, entrar em hipnose é como relaxar – Ir para dentro de você mesmo, auxiliado pelo terapeuta, que vai te orientando como respirar, como sentir seu corpo, como voltar-se para dentro das suas emoções. Ao voltar-se para o seu interior, o paciente aciona dados aparentemente esquecidos os quais se encontram vivos em sua mente subjetiva, também conhecida como inconsciente.

É um excelente método terapêutico que permite com certa facilidade a reprogramação da mente do paciente, com o intuito de tratar seus eventuais problemas físicos ou psicológicos, desfazer bloqueios que o impede de viver na sua plenitude a sua experiência de vida.

Todos nós experimentamos muitas formas de hipnose em muitos momentos da nossas vidas, pois as manifestações da hipnose ocorrem em nossa vida diária sem que nos demos conta disso. Como exemplo, analise-se quando assiste a um filme, do qual está de fato gostando. Note o quanto se emociona a todo o momento. Note que sem que tenha pensado em fazê-lo, quando menos espera, você ri, chora, revolta-se ou compadece-se em determinadas cenas. Isso é hipnose.

Quando lemos um bom livro, reagimos emocionalmente àquilo que estamos lendo, sem estarmos analisando de forma critica o tamanho das letras, falhas na impressão ou qualquer coisa semelhante. Estamos simplesmente presos ao que lemos, ou seja, nossa atenção limita-se àquilo que lemos. Isso é auto-hipnose.

Ao ouvir essa música do meu site nesse momento, e com sua atenção voltada ao que lê, note-se, você não analisa criticamente o desempenho da orquestra. Essencialmente você está preso(a), concentrado(a), ao que lê e à música. Para isso ela está aqui nesse momento... Para que você possa se desligar de seu cotidiano e acrescentar novos conhecimentos ao seu cérebro físico, ou mente objetiva.

Pense numa vez em que você dirigia em uma estrada e se pegou, por um breve momento, inconsciente daquilo que estava fazendo, ou uma vez em que estava tão envolvido em um programa de televisão que nem se deu conta quando alguém entrou na sala. Na verdade, toda hipnose é auto-hipnose e o paciente está sempre no controle. Não há nada a temer, porque a hipnose é um processo completamente seguro quando é usada profissionalmente.

Poderíamos citar muitas outras experiências de nosso dia a dia, em que nos auto-hipnotizamos, mas não é esse o objetivo aqui e, sim mostrar que a hipnose é um meio altamente eficaz de nos auxiliar em nosso crescimento e autoconhecimento.

Nos achados da Antigüidade, existem textos, com mais de 4.500 a.C., nos relatando como os sacerdotes da Mesopotâmia, usavam o Transe - "um estado diferenciado da consciência usual", para realizar seus diagnósticos objetivando a cura. Os Antigos egípcios a 2000 a.C., já utilizavam empiricamente encantamentos, amuletos, imposição de mãos e, métodos mentais envolvendo sugestão e imaginação em seus procedimentos de cura.

Historicamente, os primeiros registros de práticas hipnóticas, remontam a 2400 a.C., na Índia e na Caldéia. Podemos identificá-las, também, na Pérsia, Babilônia, Assíria, Suméria, Egito, Grécia, Roma, nos antigos Hebreus, nos Deltas. Nesses povos, magia, religião e medicina se confundiam. Trabalho hoje realizado por um Terapeuta Holístico.

O termo hipnos-gnose derivado do grego (hypnos = sono), foi cunhado (1784-1860) pelo médico James Braid, que escreveu o livro Neurohipnologia, e tem a ver com o estudo dos fenômenos do sono. O nome escolhido advém de Hypnos - deus grego do sono - e foi escolhido devido a semelhança do estado de transe com o estado de sonolência. Vemos assim, que desde seu surgimento, a hipnose sempre esteve vinculada à busca da cura e é neste sentido que a ciência médica atual pesquisa não só a extensão que se pode obter, com o seu emprego, e também as respostas de como e porque o cérebro processa o estado hipnótico.

O interesse pela hipnose teve seu recrudescimento durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial como forma de tratamento das neuroses traumáticas de guerra. A hipnose tem recebido dentro da terapêutica uma série de nomes. Chegou-se até a criar-se uma ciência: hipnologia. Hoje se define hipnose, ou transe hipnótico, como um estado modificado da consciência, mais próximo da vigília do que do sono, caracterizado pela dominância das freqüências alfa e teta no eletro-encefalograma.

Atualmente, com outros nomes, há uma profusão de técnicas que, na realidade, são hipnose: PNL, Controle Mental, Parto Sem Dor, Regressão de Idade, Regressão a Vidas Passadas, Regressão de Memória, Hipnose Light, dentre muitas outras.

Alguns Mitos Sobre Hipnose

A hipnose é psicanálise?

Resposta: Não, pois a hipnose é mais uma ferramenta que pode ser utilizada na psicanálise, a qual utiliza o método da livre associação.

Existe hipnose sem permissão?

Resposta: Não, pois é preciso a concordância do paciente que vai ser hipnotizado para que o efeito hipnótico aconteça. Não há hipnose sem a sua anuência. Não há perda do livre arbítrio em estado hipnótico. Não há perda de consciência na hipnose. Existe um estado de atenção concentrada. Existe um aprofundamento dos conceitos e valores.


Durante a hipnose se perde a lucidez?

Resposta: Não, pois hipnose caracteriza-se por um estado de profundo relaxamento onde o paciente mantém a lucidez e se mostra altamente responsivo às sugestões, se pode observar que existe um aumento da capacidade de concentração. Esta concentração pode ser direcionada a execução de determinadas atividades orgânicas internas a nível até mesmo celular. Aumentando e melhorando o trabalho destas células, glândulas, órgãos ou sistemas a favor de uma recuperação mais rápida e mais eficiente. E diminuindo os fatores que intensificariam esta doença.

Este mesmo recurso é conseguido à noite ao dormir ou quando a pessoa esta em repouso (convalescente). A atividade orgânica esta diminuída e mais energia fica disponível para a recuperação e reposição de substâncias e estruturas ao corpo, maior concentração no trabalho e na atividade celular. A diferença é que na hipnose este recurso pode ser conduzido.


Como definir o estado hipnótico?

É uma espécie de sono anormal cuja profundeza é variável, e durante o qual o paciente se levanta, escreve ou fala, isto é, realiza o seu sonho. Distinguem-se os sonambulismos naturais ou espontâneos, estados patológicos que em geral se desenvolve no curso do sono, e os sonambulismos artificiais ou provocados, que é uma forma do estado hipnótico, caracterizado pelo fato de se poder conversar com o sujeito, que, de seu lado, pode apresentar, para um observador inadvertido, a aparência de uma pessoa normal e perfeitamente acordada.


Todas as pessoas são hipnotizáveis?

Resposta: É fundamental que o paciente queira esse tratamento, do contrário, é praticamente impossível que a hipnose aconteça. Qualquer pessoa que tenha inteligência, que seja normal e saudável, com mais de cinco anos de idade e que esteja no controle de sua vida, pode passar por esse processo, se assim o desejar. Crianças de pouca idade são hipnotizadas, mas com maior dificuldade. Os não hipnotizáveis representam cerca de 10% da população. Pessoas alcoolizadas ou com deficiência mental estão nesse grupo. Existem três estágios de profundidade hipnótica: leve, médio e profundo. O estágio mais profundo só é percebido numa pequena parte da população. Daí a conclusão errada que somente 10% da população era hipnotizável.


A hipnose é causada pelo poder do hipnotizador?

Resposta: Não. Esta idéia vem desde os tempos de Mesmer, que vinculou o transe ao poder do magnetismo animal. Porém a hipnose não acontece apenas pelo poder do hipnotizador, mas pela aceitação e interação da pessoa que entra em transe e deseja experimentar aquilo que se pede. A hipnose só acontece quando existe a empatia entre o paciente e o terapeuta.

O hipnotizador controla o desejo do paciente?

Resposta: Não, pois o paciente é protegido por sua memória subjetiva, conhecida por inconsciente, de fazer aquilo que não deseja. Caso ele faça é porque julgou inofensivo, ou por acreditar que aquilo possa ajudar.

A pessoa pode não voltar do transe, ficar presa nele?

Resposta: Não. O máximo que acontece é a pessoa adormecer, que seria o passo seguinte ao transe profundo. Sabe-se que o transe é um estado entre a vigília e o sono. Se você aprofunda, dorme e pode ser acordado.

A hipnose é sono?

Resposta: Não. A hipnose é um estágio anterior. Às vezes, confunde-se o estado da pessoa em transe profundo, pensando que adormeceu. Mas mentalmente a pessoa é capaz de estar concentrada e com certo grau de consciência e responder aos seus comandos, ou seja, a pessoa está relaxada de forma alerta.

Em Toda hipnose há regressão?

Resposta: Não. Para haver regressão é necessário um transe médio ou profundo na hipermnésia e nem toda pessoa regride. A regressão não é hipnose. Na regressão as memórias podem ser construídas. O que vale é a realidade psíquica para o trabalho na psicanálise.

Há perigos na hipnose?

Resposta: Sim. Os riscos existem quando o paciente se presta a participar de shows e demonstrações sem finalidades terapêuticas que normalmente são conduzidas por pessoas que se intitulam hipnotizadores, sem formação profissional adequada, podendo este leigo prejudicar o paciente, pois é uma técnica que trabalha com o desconhecido, a mente subjetiva ou inconsciente do ser humano. Ela pode ser uma ferramenta de trabalho para o terapeuta, entretanto se torna uma arma perigosa se aplicada indevidamente por pessoas não qualificadas ou mal intencionadas.

Uma pessoa hipnotizada revela seus segredos involuntariamente?

Resposta: Não, pois o paciente só falará, se assim o desejar.

Em que disfunções emocionais ou físicas a hipnose pode ser usada?

Tabagismo, alcoolismo, controle da dor e de vícios, emagrecimento, fobias, depressão, ansiedade, problemas sexuais, problemas de fala, Perda assintomática do apetite, dores crônicas, timidez, ampliação da auto-estima e fortalecimento do ego, melhoras na concentração ou memória, Distúrbios da aprendizagem, maus hábitos (como roer unhas, por exemplo), anestesia, doenças psicossomáticas, medo de ir ao dentista, bruxismo, controle de sangramento, controle da salivação excessiva, etc.

Há condições físicas ou emocionais nas quais não é indicada a hipnose?

O Terapeuta deve tomar a decisão quanto à aplicabilidade do tratamento da hipnose. Ele deve obter um histórico completo do paciente para determinar se existem condições físicas ou emocionais que contra-indiquem seu uso. O profissional provavelmente não utilizaria a hipnose com uma pessoa que apresentasse doença coronária grave ou tivesse uma condição física que pudesse mascarar uma doença. Nos problemas emocionais severos como a psicose e estados "borderline", a hipnoterapia pode ser inadequada.

O que acontece se eu não conseguir sair do transe hipnótico?

Sob os cuidados de um profissional de saúde, um hipnólogo qualificado, não haverá perigo nenhum na utilização da hipnose. Como o paciente está no controle, não há dificuldade em sair do estado hipnótico. O hipnólogo fará um histórico completo antes de usar a hipnose e, se existir qualquer contra-indicação ao seu uso, um outro tratamento será indicado.

Posso aprender a me hipnotizar?

Toda hipnose é auto-hipnose. O Terapeuta assume o papel de agente ou instrutor para ajudá-lo a conseguir este estado agradável. Alguns hipnólogos gravam fitas para seus pacientes, para serem usadas entre as sessões ou no lugar de sessões repetitivas. Um bom exemplo é o uso da hipnose no tratamento de dores crônicas, onde muitas vezes, fitas são usadas pelo paciente conforme a sua necessidade.

Mitos sobre a Hipnose

Perda da consciência

Um dos maiores mitos sobre hipnose é que você perderá a consciência. A hipnose é um estado alterado de consciência, porém não se perde a consciência. Você ficará ciente de tudo em cada momento e ouvirá tudo que o hipnólogo estiver dizendo.

Enfraquece a vontade

A sua vontade não se enfraquecerá ou mudará de forma alguma. Você está no controle e, se desejar por qualquer razão sair do estado hipnótico, pode fazer isso simplesmente abrindo os olhos. Você não pode ser forçado a fazer nada contra a sua vontade. Os hipnotistas de palco gostam que a platéia acredite que eles têm o controle absoluto sobre as pessoas o seu redor. O terapeuta ou qualquer outro profissional ligado à saúde, deixa claro que o paciente tem o controle.

Fala espontânea

O paciente não começa, espontaneamente, a falar ou revelar informações que gostaria de manter em segredo. Você pode falar durante a hipnose e seu hipnólogo pode querer usar uma técnica que inclui conversa para ajudá-lo em seu problema.

Acaba-se dormindo

A hipnose não é igual ao sono. Você não vai dormir. O padrão do eletroencefalograma durante a hipnose é diferente do padrão do eletroencefalograma durante o sono.

Atendimento em sessões individuais em Santos.
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