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Sons que Curam

O Universo é vibração. Vibração é som e o som é absorvido por nossos sete corpos por intermédio de cores. Assim, vivemos em um mundo de sons e cores, interagindo, por ressonância, com tudo o que vibra dentro e fora de nosso organismo.

Nossos sete corpos são compostos por energias em movimento. Nosso corpo físico é todo vibração, constituído por átomos, células e órgãos, todos alimentados pela energia cósmica universal através de nossos chacras. A Física Quântica vem estudando desde a década de 1.930, os fenômenos que fundamentam a existência humana, observando o conjunto das vibrações que nos compõem.

Dentro dessa linha de pensamento, apresento aqui os vários instrumentos sonoros que utilizo junto aos meus pacientes, e são eles: mesa lira, que chamo de o meu carro chefe nas terapias sonoras, a qual é norteada, onde a cabeça do paciente fica voltada para o norte, tubos sonoros, metalofone pentatônico, sinos pin tibetanos, um pequeno carrilhão, lâminas sonoras, taças tibetanas, e gongo tibetano. Com eles, para cada pessoa, é formada uma composição sonora, que nunca é igual, e que produz uma sensação de libertação muito intensa. Uma sessão de terapia sonora com os instrumentos apresentados, dura em média 40 minutos.

Explano melhor a seguir, sobre os instrumentos acima citados.

A Mesa Lira é uma ferramenta terapêutica inovadora e de grande poder. Sua criação e utilização terapêutica é creditada ao musicoterapeuta suíço Joachim Marz em 1989. (www.naturtonmusik.ch). No brasil ela foi introduzida por Marcelo S. Petraglia em 2002, após ter tido contato com o instrumento em um curso com Fabien Maman. (www.tama-do.com).

Esse instrumento é uma grande caixa de ressonância em madeira, suspensa por pés de madeira, em baixo da qual correm 42 cordas de aço montadas sobre dois cavaletes nas extremidades. Com o dedilhar dessas cordas, todas afinadas em ré, variando-se a velocidade e intensidade ao tocar, gera-se uma explosão de raio verde, nos seus infinitos tons, os quais criam padrões rítmicos e um poderoso espectro harmônico, que transpassam o corpo do paciente deitado sobre a mesa, como uma massagem sonora e vibracional, sem toque, percebida por todo o seu corpo através do tampo de ressonância da mesa, levando-o a um estado de relaxamento profundo, realinhando com isso, os seus sistemas: ósseo-muscular, metabólico e neurossensorial, (audição e cérebro), fazendo com que todos eles entrem em sintonia, harmonizando-nos a nível físico, mental, emocional e espiritual.

Na Europa é conhecida como Monochord Table, ou Klangliege. Há informações de que a mesa lira seja uma derivação do Monochord Pythagoras, instrumento que data de 500 anos a.C., sendo atribuída sua criação ao matemático Pitágoras.

Sete tubos sonoros, confeccionados em latão, afinados em quintas (Fá, Dó, Sol, Ré, Lá, Mi, Si), os quais ficam suspensos sobre os principais chacras do paciente. Desenvolvido especialmente como complemento para o trabalho com a Mesa Lira em seções terapêuticas.

Metalofone pentatônico, proporciona um som altamente harmônico, equilibrado e um efeito musical extremamente delicado. 

Sinos pin tibetanos, confeccionados em tubos de alumínio, proporcionam um som altamente harmônico e equilibrado, e produz um efeito musical muito delicado. 

Pequeno carrilhão sinfônico, que por ser tocado na direção do chacra coronário do paciente, transmite ao mesmo, uma paz inigualável, pelo fato de estar estado alfa. Ele é formado por pequenos tubos em alumínio, de diferentes tamanhos, soando diferentes alturas de notas. O som é produzido por uma baqueta, ou mesmo toque manual.

Lâminas sonoras, feitas em placas de bronze em formas geométricas, as quais são tocadas com baquetas especialmente produzidas para elas, fazendo com que o som se mova no espaço, transmitindo ao paciente uma sensação de força extrema, a qual ele muitas vezes nem sabe que tem, e por isso não tem o hábito de sintonizar.

Taças Tibetanas, elas emitem som de duas formas: ou batemos levemente com um bastão de madeira, com ou sem camurça, ou pressionamos o bastão contra a superfície da taça e em seguida o giramos em sentido horário, produzindo um som tipo espiral, que acalma, harmoniza, liberta e cura.

Gongo tibetano, com 60 cm de diâmetro, confeccionado em bronze, tocado com baqueta especialmente produzida para ele, voltado para o sul, captando inclusive a força e o poder dessa polaridade, o qual abre um som com muito poder e força, emitido diretamente ao chacra básico do paciente, deitado sobre a mesa lira, o qual transpassa completamente seu corpo, gerando explosões energéticas, que atuarão sobre todos os seus órgãos, células e moléculas. E isso dá um magnífico resultado direto na vida material do paciente.

Atualmente, pesquisas estão sendo conduzidas por diversos terapeutas em vários países, para fundamentar sua atuação e indicações em tratamentos.

De minha parte, tenho notado em meus atendimentos, muitos casos de libertação de catarses e de situações que prendem as pessoas, nas suas várias vidas ou personalidades que já viveram no planeta, que são conhecidas por vidas passadas. Essa técnica sonora desbloqueia tensões e produz uma diminuição considerável já em poucas sessões, nas sensações vividas por meus pacientes relativas a quadros de ansiedade, irritabilidade, tristeza, melancolia, angústia profunda, ressentimento, enfim, nos mais variados quadros depressivos, que tanto oprimem as pessoas em nossos dias atuais. Por todos esses resultados, denomino essa técnica como: Sons que Curam.

Luz e harmonia!

Palermo

 

 

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